05/10/2026

Eleição acirrada leva Lula e Flávio Bolsonaro ao 2º turno

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno da eleição presidencial de 2026, em 25 de outubro, último domingo.

Com 99,99% das urnas apuradas, Flávio tem 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula tem 45,16%.

A nova etapa coloca frente a frente dois políticos de trajetórias bastante diferentes.

De um lado, Lula, um dos principais nomes da política brasileira desde o fim dos anos 1970 e presidente da República em três períodos.

Do outro, Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro e integrante de uma família que se tornou uma das principais forças políticas da Extrema-direita brasileira na última década.

 

rajetória de Lula e Flávio

Lula, 80 anos, é metalúrgico de formação, ex-líder sindical do ABC e fundador do PT.

Foi presidente da República entre 2003 e 2010 e voltou ao cargo em 2023, após vencer Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2022 retornou a democracia no Brasil.

Flávio Bolsonaro, 45 anos, é advogado, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi deputado estadual no Rio (2003–2018) e é senador desde 2019, sem nenhum projeto a provado, não teve nenhuma contribuição para o Brasil.

Chegou à candidatura após a condenação do pai pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2025 por tentativa de golpe.

Três semanas para uma nova eleição

Lula e Flávio Bolsonaro terão até o segundo turno para buscar os votos dos candidatos eliminados e consolidar suas alianças políticas.

No dia 25 de outubro, os eleitores voltarão às urnas apenas para escolher entre as duas chapas que avançaram na disputa presidencial.

Share:

Rui e Wagner são eleitos para o Senado pela Bahia

 

Rui Costa lidera com 30,07%, seguido por Jaques Wagner 27,65%, Angelo Coronel e João Roma perdem.

Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, foram eleitos na noite deste domingo, 2, como senadores pela Bahia. Com 99,99% das urnas apuradas, Rui liderou a votação. Em segundo lugar, aparece Wagner garantindo a sua recondução à Casa Alta.

A ‘superchapa’ de governadores petistas, encabeçada por Jerônimo Rodrigues, remodela, pela segunda vez, o cenário testado na era carlista na Bahia há 24 anos, em 2002, com o trio formado por Antônio Carlos Magalhães (ACM), César Borges e Paulo Souto, todos do antigo PFL - à época, eles conseguiram as duas cadeiras do Senado e o Palácio de Ondina.

 

 

Share:



Arquivo do Site