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PM prende suspeito de tráfico em Candeias


Na manhã de terça-feira (23), policiais militares da 10ª CIPM prenderam um homem com entorpecentes no bairro Santa Clara, em Candeias.

Durante policiamento na região, os militares foram informados sobre a presença de um indivíduo realizando tráfico de drogas na Rua 15 Novembro. Diante do informe, os militares saíram em diligência, quando encontraram o suspeito.

Após a abordagem, foram encontrados com ele 34 pinos de cocaína, oito porções de maconha e um celular.

O suspeito e todo material apreendido foram encaminhados à 20ª DT, para adoção das medidas cabíveis.

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Com obras em fase de conclusão, prefeitura encerra Missão CAF com saldo positivo

Foto: Juliano Sarraf

O andamento das obras e ações executadas pela Prefeitura de Camaçari através do cronograma de atuação do Programa de Integração e Desenvolvimento Urbano, Social e Ambiental foi classificado como positivo pelo CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe. A avaliação foi pauta de reunião, nesta quarta-feira (24), na sala de reuniões da Secretaria de Governo (Segov), marcando o encerramento da Missão de Segmentos Presencial. Participaram ainda representantes da Unidade de Gerenciamento do Programa (UGP).

Entre os projetos vistoriados, durante visita técnica realizada na terça-feira (23), destacam-se a requalificação urbana de Itacimirim e Jacuípe, a revitalização do Centro Histórico de Camaçari, além de intervenções na Avenida Eixo Urbano Central. Além disso, estão em andamento investimentos em estruturas educativas, capacitação de agentes turísticos e apoio ao setor empresarial local.

A titular da Segov, Ednalva Santana, enfatizou o reconhecimento recebido pela gestão durante a missão técnica. “Eles ressaltaram aspectos importantes, como, por exemplo, a relevância do trabalho que foi feito junto com os comerciantes na obra do Centro Histórico. Para nós é gratificante saber que o trabalho está sendo desenvolvido com maestria, especialmente no que tange à comunicação com a comunidade. Vamos continuar dando andamento para que tudo seja feito da melhor forma possível e possamos entregar à população estas importantes obras”, disse.

O balanço também foi celebrado pelo secretário da Infraestrutura, José Mario Bastos. “A gente teve um retorno do CAF dizendo que o andamento das obras surpreendeu de forma positiva, em termos de qualidade e velocidade da execução. Recebemos algumas recomendações, mas são coisas simples, as quais faremos as adequações necessárias”, afirmou.

Entre os pontos destacados pelo balanço, esteve ainda a execução de mais serviços do que o previsto; bem como os ganhos para a população com as intervenções, especialmente no que tange ao setor turístico, comércio e qualidade de vida.

O contrato, assinado em 2019, prevê orçamento de US$ 100 milhões — sendo US$ 20 milhões de contrapartida do município e US$ 80 milhões financiados pelo CAF — e contempla obras e ações estruturantes nas áreas de Mobilidade, Qualificação Urbana, Desenvolvimento Social e Econômico, além da Gestão Ambiental e Socioambiental. As intervenções, que estavam paralisadas desde 2024, foram retomadas pela atual gestão e seguem em andamento.

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“Camaçari tem história. É de gente da aqui”: 267 anos exaltando memória viva e identidade popular

Foto: Rafael Küster e Patrick Abreu

Cidade baiana que carrega memória indígena, cultura popular e força operária. Assim é Camaçari, quarto município mais populoso do estado e o segundo em número de habitantes na Região Metropolitana de Salvador. Neste ano de 2025, completando 267 anos de emancipação política e muita história, Camaçari celebra o tempo, as conquistas e, sobretudo, o povo de alma aguerrida, os rostos que moldaram e continuam moldando a identidade camaçariense, e que fazem desta terra um lar de raízes profundas, onde o passado pulsa presente.

Com início datado em 1558, às margens do Rio Joanes, Camaçari tem como berço Vila de Abrantes, através da fundação da Aldeia do Divino Espírito Santo. É nesse coração ancestral que vive Rivonildes de Jesus da Silva, 46 anos, reconhecida na Aldeia Tupinambá de Abrantes como Magé Rivia Tupinambá. Olhos fincados no futuro e firmeza de quem carrega gerações, ela rememora marcos iniciais na história do município.

Nosso povo Tupinambá, de resistência e de luta, é a história da Camaçari marcada por ancestralidade, acolhimento, justiça e também pela mistura de povos negros, de cultura, de fé. Quando eu falo de mim, eu falo de Camaçari. Quando eu falo de Camaçari, eu falo do meu povo, do respeito ao bioma. Eu sou uma mulher bioma e restinga, e tudo isso é a consistência de Camaçari", afirma Rivia, mãe atípica, artesã e escritora.

A ascendência Tupinambá provém do avô José Florentino – o Zé Fulô, e do pai Geraldo Florentino da Silva, mais conhecido como “Matias”. Mãe de duas meninas, uma delas uma criança com deficiência, Rivia lembrou que atualmente 26 famílias constituem no município a população Tupinambá originária. Para o futuro, ela almeja ressignificação.

"O desejo é fomentar o conhecimento cultural sobre o nosso povo. Levar para a realidade pedagógica das nossas crianças e jovens o pertencimento, a identidade indígena e Tupinambá da cidade. Quem é de Abrantes sabe que Camaçari nasceu aqui e precisamos expandir essa compreensão cada vez mais. Dessa maneira, nosso legado se mantém vivo e respeitado", acrescentou Rivia.

Saindo de Abrantes e chegando à sede do município, Jandira da Conceição, 94 anos, traz marcas de outra versão do tempo, mas com a mesma força de quem faz história na cidade. Natural de Mata de São João e coração rendido por Camaçari, a aposentada retrata o orgulho de ter criado os cinco filhos no município e, agora, a alegria de poder contemplar os nove netos - entre eles o cantor, compositor e percussionista Danrlei Orrico (O Kanalha) - e sete bisnetos, representarem o futuro da localidade. “Essa cidade me acolheu. Aqui criei minha família”, contou.

Em linhas culturais, Jandira é uma das guardiãs do samba de roda e da religiosidade católica no município. De lavadeira e vendedora ambulante a ex-funcionária da Escola Municipal São Tomaz de Cantuária, a aposentada abre as portas de sua residência nos meses de junho para realizar a trezena de Santo Antônio - tradição que mantém há mais de 70 anos.

"Me sinto muito feliz de ver a casa cheia. Aqui o povo reza, dança, come, brinca, faz seus pedidos e agradece pela vida. Eu amo Camaçari e amo tudo que consegui construir por aqui", endossou.

Na mesma cadência de tempo, Virgulino Alves, 93 anos, testemunhou o crescimento vertiginoso de sua terra. Filho de Camaçari, o aposentado trabalhou no então Polo Petroquímico quando a cidade ainda aprendia a lidar com o futuro industrial pungente que se aproximava. Pai de 18 filhos, avô de 38 netos e bisavô de 28 bisnetos, o ex-operário é parte da geografia afetiva de Jauá, Barra do Jacuípe e da sede, onde mora atualmente.

"Essa cidade era outra. Tem horas que paro e fico lembrando como tudo está diferente. Bate saudade, é muita gente, muito carro e coisas novas que eu nem sei usar, mas também fico feliz de ver aquele Polo Industrial que eu trabalhei antigamente, hoje, tão grande. Só rezo que o futuro seja bom para essa cidade e para todos, com oportunidades, como foi um dia para mim", disse.

Em junho, o Polo Industrial de Camaçari completou 47 anos de existência. Primeiro complexo integrado do setor petroquímico no Hemisfério Sul e marco da industrialização no Nordeste, o polo camaçariense é um pilar fundamental para a economia baiana, respondendo por cerca de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria de transformação do estado. São mais de 80 empresas atuantes, responsáveis em movimentar cerca de US$ 15 bilhões anuais.

E se cada canto de Camaçari tem uma voz que ecoa representatividade, a Aldeia Hippie de Arembepe é lembrada por Álvaro Figueiredo Machado, 87 anos. Ex-bancário, ele é um dos integrantes mais antigos do local, que surgiu no final da década de 1960 e é considerado símbolo de liberdade, arte e conexão com a natureza, além de ter projetado Camaçari para o mundo.

"Eu vi aquele lugar nascer. Na época, era bem novinho, já trabalhava como bancário e tinha viajado alguns locais do mundo. Mas, foi quando retornei de Machu Picchu, no Peru, que decidi viver mais intensamente a energia da Aldeia de Arembepe. De lá para cá, só tenho amor por lá", compartilhou Álvaro.

Atualmente, o aposentado se divide entre a moradia em Caldas do Jorro – distrito do município de Tucano (BA), na própria Aldeia Hippie de Arembepe e na casa do irmão mais novo, no bairro do Alto da Cruz. Pai de um filho e avô de uma neta, Álvaro é ponte entre o urbano e o natural.

"Espero que a Aldeia nunca acabe. Ali é um dos patrimônios de Camaçari e preserva a filosofia do movimento hippie de todo o mundo há décadas. Aquele chão já recebeu Janis Joplin, Mick Jagger, Roman Polanski e Rita Lee", complementou.

Em meio aos relatos, Camaçari segue expandindo como cidade que acolhe, forma e transforma. Cada rosto que habita, trabalha, ama e sonha, é parte indissociável da história que continua sendo escrita com alma, luta e coração.

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Jacaré é flagrado circulando pelas ruas

Na cidade de Esperantina, localizada no extremo norte do Tocantins, os moradores foram surpreendidos ao avistarem um pequeno jacaré caminhando tranquilamente pelas calçadas. O episódio inusitado chamou a atenção da população e levantou queses sobre a presença desse tipo de animal em áreas urbanas. A ocorrência de jacarés em cidades costuma estar relacionada à proximidade de rios e regiões alagadas, realidade que também se aplica a Esperantina. Além disso, a ocupação humana em áreas naturais acaba obrigando diversos animais a procurarem novos territórios. Durante períodos de seca, a necessidade de encontrar água e alimento pode levar esses répteis a se aproximarem de ambientes habitados por pessoas. Outros fatores, como a construção de barragens, o desmatamento das margens fluviais e a poluição dos recursos hídricos, dificultam ainda mais que esses animais permanam em seus habitats originais, contribuindo para seu deslocamento em direção às zonas urbanas.
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Espetáculo ARVORÉ chega à orla de Camaçari com apresentações gratuitas

Foto: Divulgação

Após emocionar o público em apresentações na sede de Camaçari no último fim de semana, o espetáculo ARVORÉ será levado à orla do município, com apresentações gratuitas. Na quinta-feira (25), às 15h, a peça será encenada no Teatro Tupinambá, localizado no Colégio Estadual de Tempo Integral de Vila de Abrantes; e na sexta-feira (26), a temporada é finalizada, também às 15h, no Centro Cultural Barra do Pojuca. Os ingressos serão distribuídos uma hora antes de cada sessão, nos locais de apresentação.

Propondo um encontro delicado entre arte, vida, loucura e natureza, a obra, criada e interpretado pela atriz Rebeca Oliveira – cuja trajetória artística foi germinada em Camaçari, convida o público a uma experiência sensível e poética sobre o feminino, o desequilíbrio psíquico e o mundo em colapso.

ARVORÉ é um monólogo autoral que nasce a partir de vivências pessoais, histórias ancestrais e memórias femininas. Em cena, a personagem – mulher, artista, árvore – entrelaça as fragilidades humanas às feridas do planeta, questionando o que é considerado “normal” e ressignificando a loucura como força criativa, crítica e transformadora.

O espetáculo surge da imagem simbólica da árvore invertida, título que é também um neologismo poético, evocando contradição, deslocamento e resistência. A narrativa costura metáforas e memórias em um fluxo que atravessa o corpo, a palavra e a imagem, tratando de temas como: a loucura como potência artística e subversiva; o feminino como território de memória, cuidado e reinvenção; a crise ambiental como espelho das rupturas internas do ser; e a arte como meio de reorganização subjetiva e social.

Após as sessões, o público é convidado a participar de um bate-papo com a artista, ampliando os sentidos da experiência e fortalecendo os vínculos entre arte, saúde mental e educação. Além das apresentações, o projeto contempla mediações culturais voltadas à participação de instituições locais, como escolas públicas e o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), fomentando o acesso à arte e promovendo o diálogo entre diferentes áreas do cuidado.

O espetáculo – que no último sábado (20) esteve no Teatro Cidade do Saber (TCS) e no domingo (21) no cineteatro da Pracinhas da Cultura - recebe apoio financeiro do Governo Federal, através do Ministério da Cultura (MinC), via Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB); e da Secretaria da Cultura (Secult), por meio da Prefeitura de Camaçari. A classificação indicativa é 12 anos. Mais informações podem ser obtidas através do Instagram do ARVORÉ, disponível neste link.

Ficha técnica:

Concepção, dramaturgia e atuação: Rebeca Oliveira

Direção artística: Georgenes Isaac e Rebeca Oliveira

Direção visual (cenografia e figurino): Gelton Sacramento

Produção Executiva: Gelton Sacramento

Assistência de Produção: Silas Menezes

Iluminação: Maick Barreto

Cenotécnico: George Santana

Costureira: Angélica Paixão

Pintura no figurino: Juliane Palmeira

Designer gráfico: Isabella Souza

Fotografia: Suellen Sales

Assessoria de Imprensa: Emile Lira

Realização: Coletivo das Liliths

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Acidente na BR-415 deixa três trabalhadores feridos

Um acidente grave envolvendo dois caminhões e um carro de passeio resultou em pelo menos três trabalhadores feridos na tarde desta terça-feira (23), na BR-415, no trecho entre Ilhéus e Itabuna, nas proximidades da Ceplac. De acordo com relatos de testemunhas, os motoristas dos caminhões tentaram evitar uma colisão frontal, mas acabaram perdendo o controle dos veículos. Um dos caminhões saiu da pista e colidiu violentamente contra uma árvore.
O condutor de um dos caminhões ficou preso nas ferragens, sendo necessário o trabalho de resgate. Ele e os demais feridos foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhados para um hospital em Ilhéus. Até o momento, não há atualizações sobre o estado de saúde das vítimas, nem informações acerca dos ocupantes do carro de passeio.
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