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ALBA aprova lei e governo já soma R$ 1,75 bilhão em autorização para empréstimos


Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou nesta terça-feira (26) um projeto de lei que autoriza o governo do estado a contratar mais dois empréstimos: um de 100 milhões de dólares (R$ 507 milhões), junto Banco Internacional de Desenvolvimento (BID); e outro de 18 milhões de dólares (R$ 91,2 milhões), a ser contratado junto ao Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (Fida).

De acordo com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), em justificativa encaminhada à ALBA, os dois empréstimos, que somam 118 milhões de dólares (R$ 598,2 milhões), terão seus valores destinados ao Projeto de Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica da Bahia, atendendo a populações dos territórios de identidade do Baixo Sul (região de Valença), do Litoral Sul (região de Ilhéus e Itabuna) e do Vale do Jiquiriçá (região de Amargosa e Jaguaquara).

Essa nova autorização concedida pela ALBA se junta a outras duas, já aprovadas pelo parlamento baiano neste segundo semestre. A primeira, votada no plenário da Casa em uma sessão conturbada na noite do dia 24 de agosto, liberou o governo Jerônimo para contratar um empréstimo de R$ 400 milhões junto à Caixa Econômica Federal.

Conforme justificativa do governo Jerônimo, o valor a ser adquirido junto ao banco público será utilizado no âmbito do Programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), visando atender a projetos nas áreas de mobilidade urbana, infraestrutura urbana e infraestrutura viária.

O segundo empréstimo teve sua autorização aprovada em uma sessão mais tranquila, no último dia 18 de setembro. Serão 150 milhões de dólares (R$ 760,5 milhões), contratados também junto ao BID e direcionados ao PROSUS II (Programa de Fortalecimento do SUS no Estado da Bahia), para ampliar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde na rede de atenção do Estado, através do fortalecimento da atenção básica e da descentralização e regionalização das ações de média e alta complexidade.

No total, os três projetos de lei, com seus quatro empréstimos aprovados, devem garantir um crédito superior a R$ 1,75 bilhão — na cotação desta quarta-feira — ao governo Jerônimo Rodrigues.

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Senado aprova urgência para votar projeto do marco temporal, em reação à decisão do STF


CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta (27) o projeto de lei do chamado marco temporal para a demarcação de terras indígenas, tese derrubada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) há menos de uma semana.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em maio com apoio da bancada ruralista e do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), como parte da ofensiva do Congresso contra o STF.

A proposta foi aprovada pela CCJ por 16 votos a 10. O projeto de lei deve ser votado pelo plenário do Senado ainda nesta quarta. Cerca de três horas após a aprovação na CCJ, os senadores aprovaram o regime de urgência (instrumento que acelera a tramitação) por 41 votos a 20.

O relator do projeto no Senado, Marcos Rogério (PL-RO), manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e rejeitou todas as sugestões de mudança. Ele defendeu que os pontos que extrapolam a tese -como o contato com povos isolados- sejam vetados pelo presidente Lula (PT).

"Se nós fizermos qualquer modificação substancial aqui, essa matéria volta para a Câmara. E aí é uma escolha política. E nós estamos diante de um ambiente de insegurança, inquietação, intranquilidade no Brasil inteiro", justificou.

Nas últimas semanas, senadores contrários ao marco temporal reconheciam que seria difícil barrar a aprovação do texto em um momento em que o Senado tenta enfrentar discussões em curso no STF -não só sobre este tema, mas também em relação a drogas, aborto e imposto sindical.

Nesta terça (26), o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse que a discussão foi contaminada por ideologias, e não quis arriscar o resultado do plenário.

"Eu não sei aferir essa coisa [no plenário] porque essa discussão virou muito ideologizada", disse a jornalistas.

Reservadamente, integrantes da base do governo afirmam que, em caso de aprovação, Lula deve enxugar o projeto de lei -eliminando os chamados "jabutis"- e preservar apenas o trecho que estabelece o marco temporal.

Na sessão desta quarta, Jaques disse que Lula "fará o que a sua consciência disser". O senador também afirmou que "não tem dinheiro suficiente" para uma possível indenização da União a produtores rurais que adquiriram terras indígenas regularmente.

"Não tem dinheiro suficiente para pagar indenização com a crise fiscal da qual nós sonhamos em sair. Vai virar tudo precatório? Vai virar tudo o quê? Não sei. Eu só estou querendo chamar atenção que nós não estamos no caminho da solução."

O relatório foi lido por Rogério na semana passada -horas antes da retomada do julgamento pelo STF. Em agosto, o projeto de lei foi aprovado pela Comissão de Agricultura do Senado por 13 votos a 3, com parecer favorável da relatora, Soraya Thronicke (Podemos-MS).

"É aqui que se decide, não é no Supremo", disse o senador Weverton Rocha (PDT-MA), que presidia a CCJ na ocasião. "Se fizermos certo na prática legislativa, isso aqui está resolvido e não tem que se levar para lá [STF] o nosso debate."

A tese do marco temporal determina que as terras indígenas devem se restringir à área ocupada pelos povos na promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988. Assim, indígenas que não estavam em suas terras até a data não teriam direito de reivindicá-las.

Na quinta (21), a tese foi declarada inconstitucional pelo Supremo por 9 votos a 2. Movimentos indígenas argumentam que, em 1988, seus territórios já haviam sido alvo de séculos de violência e destruição, e que as áreas de direito dos povos não deveriam ser definidas apenas por uma data.

Por outro lado, ruralistas defendem que tal determinação serviria para resolver disputas por terra e dar segurança jurídica e econômica. A posição foi endossada no STF pelos ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça.

Até mesmo senadores a favor do projeto de lei reconhecem que o texto aprovado na CCJ vai além da tese. Um dos artigos dá aval para o contato com povos isolados para "prestar auxílio médico ou para intermediar ação estatal de utilidade pública".

Em outro ponto polêmico, a proposta abre brecha para que terras demarcadas sejam retomadas pela União, "em razão da alteração dos traços culturais da comunidade ou por outros fatores ocasionados pelo decurso do tempo".

O texto também possibilita a indenização ao antigo proprietário de terras demarcadas (que não ocorre hoje), veda a ampliação de territórios já delimitados e diz que mesmo os processos em andamento devem considerar a área ocupada em 1988.

Entidades não governamentais criticaram a aprovação do texto. Uma nota assinada por instituições como Comissão Arns, Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) e outras afirmou que a tese do marco "é francamente incompatível com a garantia constitucional do direito à terra dos povos originários brasileiros".

Já o ISA (Instituto Socioambiental) publicou uma nota técnica argumentando que a aprovação do marco temporal "poderá inviabilizar demarcações de terras indígenas e configura uma das mais graves ameaças aos povos indígenas na atualidade".

"Sem territórios indígenas bem preservados será impossível evitar o ponto de não retorno da Floresta Amazônica, e isso terá consequências severas para toda sociedade brasileira nas próximas décadas", afirmou em posicionamento a WWF.

Já a Frente Parlamentar da Agropecuária comemorou a aprovação do projeto. "O projeto traz paz e justiça e, agora, as injustiças poderão ser resolvidas", disse a senadora Tereza Cristina (PP-MS).

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ALBA tem sessão "express" de apenas oito minutos


A sessão ordinária da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) terminou após oito minutos nesta quarta-feira (27). Apenas o presidente em exercício da Casa, deputado estadual Zé Raimundo (PT), e seu colega Tiago Correia (PSDB) falaram no plenário. 

O assunto foi Vitória da Conquista (BA). Enquanto o petista comemorou a chegada de mais voos à cidade do sudoeste baiano, o tucano reclamou do preço das passagens aéreas. E nada mais que isso.

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Cinco homens morrem e dois ficam feridos em ação policial na BA; n° de mortes em confronto com a polícia em setembro passa de 50


 Mortes ocorreram na terça-feira (26), em Acajutiba, a cerca de 185 km de Salvador.


Cinco homens foram mortos a tiros e dois ficaram feridos na terça-feira (26), na cidade de Acajutiba, a cerca de 185 km de Salvador. Segundo a Polícia Militar, eles foram baleados em confronto com as forças de segurança.

A Bahia vive uma onda de violência que já deixou 52 suspeitos de crimes mortos em confrontos com a polícia. A maioria das mortes ocorreu em bairros periféricos da capital. O governo da Bahia ainda não divulgou o número oficial.


O confronto em Acajutiba ocorreu quatro dias após cinco suspeitos de integrarem facções criminosas serem mortos em Salvador e um em Feira de Santana, durante uma "megaoperação" que prendeu 15 pessoas no bairro de Águas Claras.

De acordo com a PM, equipes das Companhias Independentes de Policiamento Especializado (Cipes) Litoral Norte e Polo Industrial que intensificavam o policiamento em Acajutiba foram acionadas após receberem informações sobre homens fortemente armados, escondidos em um abrigo improvisado em uma área de mata na região conhecida como "Estrada do Cumbe".

Ao chegarem ao local, um cerco foi realizado e houve confronto entre o grupo e os policiais. Depois da troca de tiros, sete homens foram encontrados feridos e levados a uma unidade de saúde da cidade, onde cinco deles morreram.


Na ação, no interior do estado, foram apreendidos uma espingarda de fabricação artesanal, um rifle calibre 22, três revólveres calibres 38 e 32, uma pistola Taurus calibre 765, um saco, um tablete e 43 porções de maconha, 127 pinos de cocaína e 121 embalagens contendo crack.

Todo o material apreendido foi apresentado à delegacia da cidade, onde a ocorrência foi registrada.

Acajutiba tem cerca de 14 mil pessoas, de acordo com dados do Censo de 2022. Apesar de não ficar na região de costa, a cidade integra a região do litoral norte baiano.



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Sem consenso na Anfavea, montadoras chinesas se aproximam do governo; saiba mais


Há poucos dias da divulgação do novo programa de incentivo do setor automotivo, as fabricantes de veículos não tem apresentado um consenso e têm feito movimentos desarticulados. Com a falta de um conseso na Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o espaço está ficando aberto para as fabricantes chinesas, que não compõem a entidade, apresentarem as suas propostas ao Governo Federal.

Essa falta de consenso, inclusive, pode fazer com que a divulgação do novo plano para o programa de incentivo ao setor automotivo atrase. Vale lembrar que a intenção do programa é trazer benefícios tributários com o intuito de estimular a fabricação local. Outro detalhe importante é que este programa terá como base a eficiência energética, com ênfase no uso do etanol e na eletrificação.

Apesar estar em uma situação de desencontro interno, a Anfavea tem a esperança de que na segunda etapa do programa Rota 2030, que provavelmente será nomeado de Mobilidade Verde, inclua o retorno de um imposto. Neste caso, o desejo da associação é que o governo retome a cobrança gradual do Imposto de Importação. O principal da Anfavea são as marcas chinesas que tem se aproximado cada vez mais da gestão federal.

De acordo com a entidade, o retorno desse imposto também pode contribuir com a arrecadação. Isso porque, segundo a associação, o Brasil teria deixado de arrecadar, em 2023, cerca de R$ 2 bilhões por conta da isenção do imposto. A entidade diz que, desse total, R$ 1,1 bilhão é devido aos veículos importados da China.

Vale lembrar que há mais ou menos dez dias, representantes das marcas chinesas se reuniram com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB). Nesse encontro, que aconteceu antes da runião de outras marcas com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), os executivos das empresas chinesas apresentaram propostas para o novo programa de incentivo à indústria.

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Onda de calor faz preço dos ovos cair no Brasil; entenda

 

A recente onda de calor está afetando o preço dos ovos no Brasil. Por serem muito perecíveis, o produto está sendo vendido por preços mais baratos para que não se perca a produção. As informações são do Uol.

A alta oferta somada ao calor jogam o preço dos ovos para baixo. Os produtores estão oferecendo ovos com desconto para o consumidor, já que as altas temperaturas diminuem a vida útil do produto. Entretanto, o alívio para quem compra é temporário.

Além disso, o sol tem impacto direto na qualidade do produto. As altas temperaturas causam estresse térmico nas galinhas, que se alimentam menos e chocam ovos menores. Em galpões sem climatização, como são geralmente as granjas de pequenos e médios produtores, as galinhas ficam mais suscetíveis ao clima.

De acordo com o Uol, a queda de preço não é comum nesta época do ano. A onda de calor costumava impactar os valores apenas no verão.

Ainda segundo a reportagem, o valor da caixa de ovos caiu 30% em 4 meses. Na cidade de Bastos (SP), referência na produção do estado paulista, a caixa com 30 dúzias de ovos vermelhos foi vendida a R$ 221,30 em 19 de maio e a de ovos brancos, a R$ 191,87 em 30 de maio. Na última segunda-feira (25), os preços eram de R$ 152,60 e R$ 134,08, respectivamente, segundo o Cepea, uma redução de 31% e 25%.

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