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Camaçari encerra comemorações dos 267 anos com show de Xanddy Harmonia e atrai mais de 40 mil pessoas

Foto: Patrick Abreu e William Rocha

A tarde deste domingo (28) foi marcada por um espetáculo de música e alegria. No aniversário de 267 anos de emancipação política de Camaçari, mais de 40 mil pessoas acompanharam de perto o show de Xanddy Harmonia, que transformou as ruas da cidade em um verdadeiro palco de celebração.

Do alto do trio elétrico, o cantor embalou o público e retribuiu o carinho da plateia. “Quem está ganhando o presente sou eu, que é poder fazer esta festa de aniversário. Estou muito feliz, agradeço a esse povo maravilhoso dessa terra. Festejamos juntos”, afirmou Xanddy, vibrando com a energia dos camaçarienses.

O percurso da festa começou em frente à prefeitura, seguiu pelo contorno do Centro Administrativo e ganhou força na Avenida Jorge Amado. Por onde passou, o trio arrastou uma multidão animada, que não deixou faltar samba no pé, diversão e muito canto em coro. O repertório passou dos antigos sucessos às músicas mais recentes, como “O Rodo”, “Vem Neném”, “Comando”, “Desafio” e “Tic Nervoso”.

Entre os que curtiram cada momento estava o cabeleireiro Lúcio Bispo, 49 anos, morador de Camaçari de Dentro. “Todo ano eu saio no bloco de Xanddy no Carnaval de Salvador e, quando soube que ia ter esse show aqui na minha cidade, adorei. Foi ótimo e aproveitei bastante ao lado da família”, relatou com entusiasmo.

A energia também contagiou Samira Gabrielle Aquino, 23 anos, moradora do Ponto Certo. Para ela, o evento foi completo. “Foi maravilhoso. O show e, também, toda a estrutura, a organização, o trajeto… tudo ótimo”, elogiou.

Para que a festa acontecesse com segurança e conforto, a Prefeitura de Camaçari preparou uma estrutura especial, com banheiros químicos distribuídos ao longo do percurso, esquema de segurança reforçado — com o apoio da Polícia Militar — e ambulância de prontidão.

A coordenadora de Eventos, Aline Marques, destacou o cuidado com cada detalhe da programação de aniversário. “Seguimos a primazia da gestão em deixar a cidade mais bonita e de cuidar das pessoas. A celebração do aniversário de Camaçari se deu ao longo de todo o mês, com uma série de entregas para a população em áreas como saúde, infraestrutura e desenvolvimento social. E, na data magna, não poderíamos deixar de encerrar o tradicional desfile cívico com uma atração musical que fosse a cereja do bolo dessa festa tão especial”, ressaltou.

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Cavalo é atacado por enxame de abelhas

Na tarde deste domingo (28), um cavalo foi atacado por um enxame de abelhas em uma área às margens do Rio de Contas, na Rua Waldomiro Santos, aos fundos da agência do Banco do Brasil, em Ipiaú.

De acordo com moradores, o animal havia sido amarrado no local cerca de uma hora antes do ataque. O incidente mobilizou populares, que sensibilizados com a situação, arriscaram-se para resgatar o cavalo. Durante a ação, algumas pessoas também foram atacadas pelas abelhas.

O cavalo foi retirado da área e amarrado em uma árvore na mesma rua, à espera do proprietário. Segundo os moradores, ainda não há informações sobre o estado de saúde do animal e se ele conseguirá resistir às múltiplas ferroadas.

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Um homem de 42 anos foi encontrado morto com sinais de perfuração por disparos de arma de fogo


Na manhã deste domingo (28), moradores da localidade de Marrapado, em Ipiaú, encontraram o corpo de um homem com marcas de tiros. Identificado como Otoniel Domingo dos Santos, de 42 anos, conhecido pelo apelido de Macaco, a vítima teria sido morta na noite anterior, por volta das 21h, segundo relatos que mencionam o som de mais de dez disparos de arma de fogo. As primeiras informações indicam que criminosos teriam invadido a residência da vítima, localizada na Rua Mateus Wagner, e dado início à execução. O corpo foi localizado no quintal de um imóvel próximo. A Polícia Militar foi chamada e promoveu o isolamento da área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica. A autoria e os motivos do crime estão sob investigação pela Polícia Civil.

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Cultura e história se encontram em desfile de celebração dos 267 anos de Camaçari

Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu

O desfile cívico que celebrou os 267 anos de emancipação política de Camaçari, comemorado neste domingo (28), foi colorido e harmonizado pelos sons de grupos culturais, bandas marciais e fanfarras. As apresentações encheram de vida e emoção a Avenida 28 de Setembro (antiga Radial A), transformando a manhã em um verdadeiro espetáculo de cidadania, cultura e memória.

Arrancando aplausos da plateia, a Orquestra de Metais e Percussão da Bahia (OMPB) deu o tom da festa, trazendo para a avenida a força da música baiana em batidas marcantes e melodias icônicas, como “Forasteiro” (BaianaSystem), “Selva Branca” (Chiclete com Banana) e “Cidade dos Poetas” (Jau).

Entre os 85 integrantes da orquestra está a jovem Laura Lima, de 15 anos, que integra o corpo coreográfico. “Este é meu segundo desfile pela orquestra e a sensação de estar na avenida é de nostalgia. Sempre gostei de música e poder me apresentar é a realização de um sonho, sem contar a alegria de ver a reação positiva do público”, contou.

No compasso da tradição e da disciplina, a Banda Marcial Vila de Abrantes (Fanesva) também marcou presença na festa, com seus 80 integrantes que interpretaram clássicos como “Chorando se foi” e “Sinfonia africana”.

Para o presidente da instituição, Nivanaldo Santos, a participação no desfile representa mais que música. “Participamos do desfile em nossa casa, Vila de Abrantes, no dia 14 de setembro, e agora é uma imensa alegria estar aqui, no ponto alto do aniversário do município. Trazer nossos jovens e adolescentes é uma missão, pois a cultura é uma ferramenta importante de socialização e para que sejam cidadãos de bem”, destacou.

O cortejo cultural seguiu embalado pela Banda Municipal de Camaçari (Bamuca); pelas bandas marciais Joana Angélica (Bamaja), do Centro de Educação Municipal de Camaçari (Bamcemc) e Estudantil de Camaçari; pelo Grupo Art’Vila; pelas fanfarras Estudantil de Parafuso (Fanesp) e Popular de Parafuso (Fanpop); além da Filarmônica 28 de Setembro. Cada apresentação levou alegria, encanto e orgulho à população, que vibrava a cada compasso.

No ritmo das raízes de nossa terra, os grupos culturais também trouxeram tradição e ancestralidade para a avenida. O Samba de Caboclo de Parafuso, com seus 13 integrantes, encantou com uma apresentação marcada pelo resgate histórico. “Estar aqui é uma oportunidade de mostrar às pessoas que a cultura está presente e é feita por muita gente nos diversos cantos da nossa cidade. Comemorar os 267 anos de Camaçari com o samba é valorizar a nossa ancestralidade”, ressaltou o Mestre Albertino Souza, líder do grupo.

Outra manifestação que não poderia faltar foi a capoeira, patrimônio imaterial do Brasil. O grupo Capoeira Ligeira, com mais de 25 anos de história, reforçou esse elo entre cultura e resistência. “É de grande importância participar deste momento significativo para a cidade, valorizando nossa cultura”, afirmou Carlos de Jesus, o Mestre Ligeirinho.

Organizada pela Secretaria de Cultura (Secult), a ala artística do desfile também contou com apresentações dos grupos Dança Contemporânea Ancestral, Som do Timbal, Grupo de Capoeira Inclusiva (GCI), Burrinha Preciosa, Movimento Percussivo Beira de Rua, Flor de Lis e o grupo percussivo Grão de Areia.

Cada batida, acorde e movimento foi recebido com entusiasmo pela plateia, que acompanhava com sorrisos, aplausos e olhares atentos.

É o caso de Williane Santos, 23 anos, que levou o filho Iudi, de apenas 1 ano, para assistir ao desfile. “Este ano, especialmente, estão muito lindas as apresentações. É muito importante mostrar a cultura da nossa terra para meu filho, para que ele possa prestigiar esse momento fundamental da cidade”, disse a autônoma, moradora do Loteamento Montenegro.

A festa também emocionou Luiz Cláudio da Silva, 45 anos, que acompanhou de perto ao lado da neta Heloísa dos Santos, de 8 anos. “Estou achando o desfile maravilhoso e acho bom que tenha essa integração cultural”, disse o segurança, morador do Conjunto Habitacional Parque das Algarobas.

Para a pequena Heloísa, o desfile foi ainda mais inspirador. “Tenho vontade de participar de uma fanfarra. Ainda não sei qual instrumento ou se na coreografia, mas acho tudo muito legal e bonito e quero um dia poder também me apresentar”, revelou a garota, com brilho nos olhos.

A secretária de Cultura, Elci Freitas, destacou o simbolismo da celebração. “É uma felicidade comemorar os 267 anos de emancipação política da cidade trazendo para a rua os grupos culturais. A gente precisa, sim, respeitar a nossa ancestralidade. É o que nos traz até aqui, junto com nossos mestres de cultura, valorizando a história de Camaçari e mostrando a cultura que queremos para nossa terra, para as futuras gerações. No coração da cidade, o desfile mostrou que a cultura é, ao mesmo tempo, memória e futuro. É o fio que une gerações, resgata tradições e fortalece a identidade de um povo que tem orgulho de sua história”, disse a gestora.

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Escolas municipais celebram 267 anos de Camaçari com literatura, tecnologia e sustentabilidade

Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu

Neste domingo (28), Camaçari celebra 267 anos de emancipação política. Durante a manhã, o tradicional desfile cívico emocionou e inspirou a comunidade, destacando a educação como pilar fundamental na construção de uma cidade mais humana. Sob o tema “Camaçari Educadora: Cuidados que inspiram e reconectam pessoas”, a comemoração reuniu escolas municipais em um espetáculo de cores, cultura e esperança.

Mais de 300 estudantes marcharam com orgulho pela Avenida 28 de Setembro (antiga Radial A), apresentando subtemas que exploraram as tradições locais, os avanços sociais, a sustentabilidade e as perspectivas de um futuro pautado no cuidado, na inclusão e no respeito à diversidade. A beleza estava justamente na união desses olhares, que, juntos, formaram uma homenagem completa e sensível à identidade e aos valores da comunidade.

“Foi um trabalho intenso, construído com muito cuidado por toda a rede. Cada detalhe do desfile refletiu o compromisso da nossa educação com a formação, o afeto e a valorização da nossa história. Contamos também com o apoio das famílias, que estiveram a todo instante contribuindo e dialogando com a equipe pedagógica”, pontuou Alexandra Pereira, diretora pedagógica da Secretaria de Educação (Seduc).

A Escola Municipal Angiolina Teixeira de Souza abordou o tema da tecnologia, traçando um paralelo entre o continente africano e Camaçari. “Ver nossos estudantes em cena, conscientes do papel que desempenham, é o reconhecimento de um trabalho feito com muito amor e dedicação. Trouxemos para a população a tecnologia, enfatizando a África, que é considerada o berço da ciência e foi onde ocorreu a primeira revolução tecnológica da humanidade. Nosso município vive essa expansão e inovação, principalmente na indústria. Temos fábrica de carro elétrico chegando”, disse a professora Norma Ávila.

Já a Escola Municipal Monteiro Lobato trouxe para a avenida a literatura de cordel, na cidade que tem um dos maiores nomes do segmento em todo o país: o Mestre Bule-Bule.

“Este momento fortalece a identidade dos nossos estudantes, mostrando-lhes que são protagonistas e agentes de mudança em sua cidade. Para enfatizar esse protagonismo e incentivar a leitura, decidimos investir na literatura de cordel, também conhecida no Brasil como literatura popular em verso, ou simplesmente cordel. Aqui temos o nosso mestre cordelista Bule-Bule, que exemplifica bem esse valor municipal”, afirmou a diretora Nívea Maia.

Entre os estudantes, a emoção de receber o carinho da população. “É a primeira vez que venho, pedi para minha mãe e ela deixou, aí estou aqui, feliz e falando do Planeta Terra”, revelou Júlia de Oliveira, 8 anos, aluna da Escola Clube de Mães.

Aisha Oliveira, 9 anos, da Escola Municipal Angiolina Teixeira de Souza, apesar da pouca idade, é veterana nos desfiles. “Já é a quarta vez que desfilo. Eu gosto muito. Quando termina o desfile, já volto para casa dizendo para minha mãe que vou querer desfilar nos outros”, detalhou a menina.

O desfile cívico deste ano ganhou ainda mais relevância ao simbolizar o avanço concreto da educação pública em Camaçari. Atualmente, a rede municipal conta com mais de 34 mil estudantes matriculados, sendo quase 5 mil em tempo integral — um crescimento de mais de mil alunos nesse regime em apenas um ano. São mais de 50 escolas atendendo aos sete territórios educacionais, com nove salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE) e 64 novos cuidadores preparados com formação técnica para promover a inclusão de forma qualificada.

Além disso, a implementação do diário digital trouxe mais modernidade e economia para a gestão pedagógica. Esses avanços demonstram que, mais do que crescer, a educação em Camaçari está se fortalecendo com um compromisso real com a qualidade, o cuidado e a transformação social.

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Desfile cívico dos 267 anos de Camaçari dá aula de cidadania, identidade e memória

Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu

Um reencontro com as raízes e com a força da história, da cultura e da cidadania camaçariense. Assim pode ser definido o tradicional desfile cívico em celebração aos 267 anos de emancipação política de Camaçari, realizado neste domingo (28).

Com o tema “Camaçari Educadora: Cuidados que inspiram e reconectam pessoas”, a Avenida 28 de Setembro (antiga Radial A) foi tomada pelo som das fanfarras e pelo compasso das escolas municipais, além do colorido das bandeiras e da emoção estampada nos rostos de cada munícipe.

“Camaçari é uma cidade que nasceu do trabalho e se mantém de pé pela força do seu povo. Esse desfile é um espelho da nossa diversidade. Ver essa avenida cheia de vida, de crianças, jovens, famílias e instituições unidas, é emocionante. Vamos seguir avançando, com o olhar no futuro”, declarou o prefeito Luiz Caetano.

Para o secretário de Educação, Márcio Neves, o evento é uma aula prática de cidadania. “Educar é, antes de tudo, ensinar a amar a terra em que se vive. E neste dia tão significativo, nossas escolas mostraram que estão comprometidas não só com o ensino, mas com a construção de cidadãos conscientes e participativos”, enfatizou.

Entre os destaques das apresentações está o Bloco da Inclusão, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedes). A intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras), Kleide Moraes, realçou o trabalho da pasta.

“A Sedes destaca o tempo inteiro como Camaçari é uma cidade múltipla e com diversos tipos de pessoas com deficiência, desde a surdez à fibromialgia. Dentro da secretaria existe uma coordenação atuante. Esse desfile mostra que estamos respeitando a diversidade, as diferenças, cuidando do nosso povo”, afirmou.

Também intérprete de Libras, Giovanni Montenegro lembrou que Camaçari possui uma comunidade grande de pessoas surdas. “A cidade hoje tem 12 mil surdos. Para atender essa demanda, atualmente, são oito profissionais dando esse suporte junto com a Sedes. Hoje, cinco desfilaram e três estão no palco para dar suporte inclusivo”, acrescentou.

Entre a população, que ocupou arquibancadas e toda a extensão da avenida, memórias se misturavam ao orgulho de pertencer a uma cidade que segue crescendo sem perder o vínculo com suas origens.

“Nasci em Salvador, mas moro em Camaçari há mais de 40 anos. Sempre que posso, venho ver o desfile, por entender a representatividade dessa data. Já desfilei há tempos atrás e, este ano em especial, venho para prestigiar o desfile da Escola Clube de Mães, que vai homenagear minha tia-avó, Jandira da Conceição, famosa na cidade por fomentar as trezenas de Santo Antônio no Camaçari de Dentro”, pontuou Hedieleuza Maria Carneiro, 62 anos, moradora do bairro Camaçari de Dentro.

Roseane Costa, 33 anos, moradora da Gleba A, classificou o evento como essencial. “Quando a gente estuda e vive a história da cidade, entende o que essa data representa. Ver tanta gente reunida por Camaçari me dá orgulho. Eu sou natural daqui e faço questão de vir prestigiar amigos e conhecidos que sempre desfilam”, revelou.

À medida que o desfile avançava pela avenida, com a cadência das bandas marciais e os sorrisos da população, a cidade reafirmava que esses 267 anos não são apenas uma marca no tempo, mas um convite à continuidade e à construção de uma cidade verdadeiramente de todos.

Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu

Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu

Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu

Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
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Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu

Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu
Foto: Juliano Sarraf e Patrick Abreu

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Cajazeiras vai ganhar Policlínica! Terreno de 7 mil m² na Av. 29 de Março é desapropriado pela Prefeitura


A Prefeitura de Salvador publicou um decreto que coloca Cajazeiras no caminho de um grande investimento em saúde. Um terreno de pouco mais de 7 mil m², localizado na Avenida 29 de Março, na região de Jaguaripe, foi declarado de utilidade pública para fins de desapropriação. O objetivo é a construção de uma nova Unidade da Atenção Especializada em Saúde, a Policlínica Municipal, que promete ampliar o atendimento para a população da região.

A medida, assinada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil) e publicada no Diário Oficial do Município (DOM) na quinta-feira, 18, autoriza a Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz) a conduzir a desapropriação amigável do imóvel. Caso não seja possível um acordo, a Procuradoria Geral do Município (PGM) poderá mover ação judicial, inclusive solicitando regime de urgência para acelerar o processo.

Além disso, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) será responsável pelo fornecimento dos recursos necessários para a construção do equipamento, que deve se tornar um marco de atendimento médico especializado para os moradores de Cajazeiras.

Com a iniciativa, Cajazeiras se aproxima de um serviço de saúde mais estruturado, capaz de atender a demanda crescente da população e melhorar a qualidade de vida da comunidade local.

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Bombeiros capturam cobra em galinheiro em Barreiras

Na tarde de sábado (27), equipes do 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM) foram acionadas para realizar a captura de um animal silvestre em uma residência no bairro Jardim América, em Barreiras.

De acordo com informações, o solicitante percebeu a presença de uma cobra no galinheiro de sua casa. O animal estava acuado e apresentava comportamento agressivo, o que motivou o chamado aos bombeiros.

Ao chegar ao local, a guarnição utilizou o gancho de captura para conter o animal com segurança. Após a captura, a cobra foi devolvida ao seu habitat natural.

A ocorrência foi finalizada sem maiores incidentes, reforçando o trabalho preventivo e de proteção à comunidade realizado pelo Corpo de Bombeiros.

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Praça do Alto da Cruz é entregue requalificada e marca as comemorações dos 267 anos de Camaçari

Foto: Patrick Abreu

Neste sábado (27), véspera do aniversário de 267 anos de emancipação política de Camaçari, celebrado neste domingo (28), a Praça do Alto da Cruz (Oscar Palmeira Filho), localizada na Avenida Doutor Manoel Mercês (antiga Radial B), ganhou vida nova e se transformou em um verdadeiro espaço de convivência. Enquanto meninos e meninas se divertiam nos brinquedos do parque infantil, como balanços e escorregador, no campo de futebol a bola rolava e, em outro ponto, praticantes de zumba se movimentavam ao ritmo da música. A entrega oficial da requalificação foi marcada por alegria, integração e celebração.


A obra, executada pela Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) abrangeu uma área total de 4.034 metros quadrados (m²) e contou com investimento de R$ 2.542.511,56. Entre as melhorias, estão o parque infantil, academia de ginástica ao ar livre, sistema de iluminação renovado, bicicletário, além da Arena Rogério Moreira Vieira, que dispõe de campo com gramado sintético e campo para futevôlei.

Quem aprovou de imediato as mudanças foi a moradora Ana Márcia Leopoldo, de 55 anos, que levou as netas Laura, 7 anos, e Ana Cecília, 6 anos, para aproveitar o parque. “Sou nascida e criada no Alto da Cruz e, para mim, é uma alegria ver como a praça ficou. Antes estava feia, escura, e agora melhorou tudo. Adorei, achei nota 10”, classificou.

Já Diego Lopes, 42 anos, é morador da Gleba A e destacou que a requalificação vai incentivar os encontros e a prática esportiva. “Esse lugar estava abandonado, mas agora está todo bacana e poderá voltar a ser frequentado como espaço de lazer, bate-papos e encontros. Com o campo novo de grama sintética, ficou muito melhor para gente vir jogar bola. Pretendo vir sempre”, declarou.

O projeto contemplou ainda a revitalização dos oito quiosques já existentes e a criação de um novo espaço aberto, garantindo melhores condições de trabalho para os permissionários que atuam no local. É o caso da comerciante Maria Cícera Fernandes, 58 anos, que há 11 anos vende refeições na praça. “Foram feitas muitas melhorias, ficou tudo lindo e bem organizado. Isso vai influenciar bastante para que tenhamos mais clientes”, comemorou.

Durante a entrega, o prefeito Luiz Caetano ressaltou o compromisso da gestão com a transformação de Camaçari. “A praça é um espaço de convivência, um lugar para as famílias, e é isso que estamos promovendo, trabalhar com amor para cuidar da nossa gente e construir o melhor para a nossa cidade. Também estamos requalificando escolas, unidades de saúde, investindo em educação, desenvolvimento social, geração de emprego e renda. Esse é só o começo; traremos cada vez mais melhorias para o município”, destacou.

O secretário da Infraestrutura, José Mário Bastos, lembrou o esforço para retomar a obra. “Ao assumir a gestão, encontramos os serviços parados, estavam suspensos desde novembro de 2024. Então, em abril deste ano retomamos e, hoje, é uma grande satisfação entregar este espaço e ver como a população já o abraçou”, afirmou.

Já o titular da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude (Sejuv), Téo Ribeiro, enfatizou o fortalecimento do potencial esportivo. “O Alto da Cruz vive agora um novo ciclo. Este era um espaço precarizado e, hoje, foi totalmente renovado, incentivando também a prática esportiva e a qualidade de vida da comunidade”, avaliou.

As intervenções – realizadas com recursos obtidos junto à Caixa Econômica Federal, por meio do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) – também incluíram implantação de áreas verdes com canteiros e jardins, bancos, rampas de acessibilidade e serviços de infraestrutura, como calçadas, contenções, escadas, drenagem, postes e pavimentação.

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