
Moradores de Itapebi removeram os obstáculos colocados pelo DNIT, como barreiras metálicas e manilhas, que bloqueavam a passagem pela ponte sobre o rio Jequitinhonha, interditada desde 2 de maio. Com a desobstrução, estudantes retomaram o uso da estrutura, atravessando a pé para continuar o trajeto até a escola, que inclui a troca de transporte após a travessia. Também há relatos de pacientes que utilizam a ponte para buscar atendimento médico em Itapebi e cidades da região. Pessoas em cadeiras de rodas estão sendo auxiliadas até ambulâncias estacionadas do outro lado da travessia. A ponte foi interditada devido a laudos técnicos que apontaram risco de colapso. De acordo com o Ministério dos Transportes, ela não será recuperada, e uma nova estrutura será erguida em outro ponto do rio. As obras estão programadas para começar no próximo mês, mas não há previsão para sua finalização. Paralelamente, estão sendo realizados testes para avaliar a possibilidade de liberação da passagem de veículos leves durante a construção da nova ponte. Atualmente, a principal rota alternativa conta com um percurso de aproximadamente 76 quilômetros, dos quais apenas 22 são pavimentados. O restante consiste em uma estrada de terra com trechos estreitos, íngremes e que apresentam complicações causadas pela lama. Com a melhora nas condições climáticas, os trabalhos para requalificação do trecho entre Santa Maria Eterna e a ponte da Veracel foram iniciados na quarta-feira (21). As intervenções incluem alargamento da via, aplicação de cascalho, nivelamento, compactação do solo e instalação de defensas metálicas em áreas consideradas de risco.
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