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VÌDEO: Festival de Arembepe 2026 movimenta economia local e fortalece trabalho de ambulantes e barraqueiros


Mais do que música, cultura e encontros populares, o Festival de Arembepe 2026 também se consolida como uma importante vitrine de geração de emprego e renda. Ao longo dos quatro dias de festa, a estrutura organizada pela Prefeitura de Camaçari, por meio da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), garantiu espaço e condições de trabalho para ambulantes e barraqueiros que encontram no evento uma oportunidade de ampliar as vendas e fortalecer o sustento de suas famílias.

Ao todo, foram cadastrados 200 ambulantes, 98 barraqueiros, 8 baleiros e 4 pipoqueiros. Entre as opções gastronômicas, tradicionais iguarias como o churrasquinho na brasa, o cachorro-quente e o acarajé, foram os preferidos do público.

“Quando a festa começa, a gente já sente a diferença, ficamos na expectativa. Esse ano senti que as vendas deram uma aumentada boa”, contou Vitória da Silva que, pelo segundo ano consecutivo, vendeu bebidas e petiscos durante o festival.

Trabalhando numa barraca de churrasquinho, Rose Simões, 24 anos, celebrou a oportunidade. “Graças a Deus, as vendas estão muito boas e nós estamos ganhando o nosso dinheiro. Eu acredito que esse é um dos frutos positivos do festival, sem contar que mesmo trabalhando podemos curtir um pouquinho das bandas. Todo mundo ganha”, afirmou.

Ronaldo Alves, tem 43 anos e há mais de duas décadas monta sua barraca no festival. Agora, além de garantir a própria renda, ele também pode proporcionar oportunidades de trabalho para outras pessoas. “Esse ano, tenho oito funcionários atuando ao longo desses três dias aqui na arena. Fico muito contente em saber que estou ajudando pessoas a terem uma renda extra”, celebrou.

De acordo com informações da Sesp, a estrutura planejada buscou garantir melhores condições de trabalho, circulação do público e segurança alimentar. Todos os profissionais cadastrados receberam um kit ambulante, composto por colete respirável, adesivo para identificação do isopor e credencial personalizada.


Fotos: Patrick Abreu

Voz do Povo Bahia, Editora-chefe : Silvania Nascimento

Veja vídeo: 
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Palco Raízes e Ritmos agita o público em terceira noite do Festival de Arembepe 2026


Neste domingo (15), o Palco Raízes e Ritmos voltou a reunir uma variedade de atrações para o público que acompanhou cada apresentação com muita alegria.

A grade de shows foi aberta com o agito do grupo Art Balanço, seguido pela Banda Pagodão, que garantiu a interação com o público e muita animação na praça. Logo depois, o cantor Valzzito, colocou todo mundo para arrochar.

O cantor Igor Jean manteve o clima misturando arrocha com outras referências e ritmos. Ele ainda fez uma homenagem ao camaçariense Roque Delson, vocalista da banda Brasilian Boys, que faleceu em 2025.

“Tocar aqui é sempre uma gratidão, é algo que fica marcado em nossa carreira, principalmente porque não é uma festa só da nossa orla, mas de projeção estadual e nacional, com moradores e também turistas. Ainda mais significativo esse ano em que estou lançando disco e nosso audiovisual. No show de hoje, fizemos essa homenagem a Roque, então, a gente veio inspirado pra mostrar que ele ainda vive ao ter deixado um importante legado”, enfatizou.

A música sertaneja também marcou presença na programação com a dupla Carol e Gabi. As artistas apresentaram grandes sucessos e animaram o público com um repertório que reforça a força da dupla, que vem conquistando cada vez mais espaço entre os fãs. “Trouxemos uma apresentação de muita alegria e diversão. A gente está há quatro anos trabalhando intensamente pra fazer cada show ser mais especial pra todo mundo. Fiquei feliz de ver a energia do público aqui hoje”, destacou Carol.

Gabi contou um pouco sobre o início da trajetória da dupla. “Começamos no karaokê de um bar, nos conhecemos e decidimos fazer a dupla”, relatou. “É gratificante participar desse grande evento da nossa cidade, o público de Arembepe espera o ano inteiro por esse festival porque é uma festa que aquece muito o comércio e o turismo também”, completou.

Na sequência, o artista Bruno Gold, trouxe o melhor do pagode com a banda Modo Pagodão. Conhecida pelo repertório versátil, a cantora Liu Menezes fez o palco vibrar com sua intensidade e presença de palco. Em seguida, o cantor Petty levou o público a dançar ao som de um repertório animado. Para encerrar, o cantor Savilar, evocou a sintonia do reggae em um show marcante.

Na opinião do público, a festa foi de muita alegria. A aposentada Graça da Silva, 69 anos, mora no bairro Gleba C, na sede, mas há 18 anos veraneia em Arembepe e não perde um festival. “Participo da ala das baianas, no cortejo que abre a lavagem, então, pra mim, essa festa é uma tradição. E ter esse palco praticamente em frente de casa é maravilhoso, podemos ficar na tranquilidade e assistir aos shows. Gostei das atrações que vi hoje”, disse.

Depois de acompanhar o desfile dos blocos de rua, Nei Sena, 48 anos, foi aproveitar o palco Raízes e Ritmos. “Achei muito bacana a ideia de um palco que mistura a cultura da cidade, um espaço que é importante por dar destaque à diversidade e evidenciar figuras marcantes da cultura de Camaçari. Tá muito bonito”, classificou o morador da Gleba A.

A programação do Palco Raízes e Ritmos se encerra nesta segunda-feira (16), a partir das 19h30, quando acontece o tradicional Baile dos Coroas, com o melhor do ritmo seresteiros. Os cantores Nilson Santos, Leozinho Imperador e Silva Filho, além da banda Dois Amores, comandam o palco, celebrando a alegria, a nostalgia e a convivência que marcam o espírito do evento.


Fotos: Juliano Sarraf
Voz do Povo Bahia, Editora-chefe : Silvania Nascimento





























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Blocos animam o circuito Bruno Lima e levam multidões às ruas durante o Festival de Arembepe 2026


Além dos shows divididos entre dois palcos - o Katita e o Raízes e Ritmos, o Festival de Arembepe 2026 também tem atraído foliões que colorem e animam o circuito Bruno Lima nos blocos que percorrem a Rua Direta da localidade, durante o dia.

Desde a sexta-feira (13), os blocos têm arrastado multidões com muita alegria, energia, ritmos variados e apresentações de artistas locais, regionais e nacionais. Nos dois primeiros dias, já passaram pelo circuito, atrações como Viola de 12, Grupo Representa, Pagode do Segredo e Samba Trator.

Neste domingo (15), oito agremiações desfilaram pelo circuito, garantindo opções para públicos de todas as idades. O bloco Pernalonga, por exemplo, foi o espaço ideal para a animação do público infantil, reunindo diversas famílias ao som da artista Karla Coelho e seus convidados.

Outro destaque foi o bloco Yeu, comandado pelo cantor Lucas Morato, que levou agito, muito samba e partido alto para quem acompanhava o desfile.

O artista falou da alegria de participar da festa, especialmente no ano em que o Yeu celebra 20 anos. “Me sinto honrado com esse convite, ainda mais em uma ocasião tão importante, dos 20 anos do bloco. Gosto muito de fazer pagode na Bahia, sou sempre muito bem recebido”, disse o cantor paulista.

Entre os foliões estava Neide Oliveira, 43 anos, que pelo quarto ano veio curtir o Festival de Arembepe. “Sempre saio neste mesmo bloco, pois gosto das atrações. É animado e tem uma vibe muito boa. Eu adorei também nesta edição e, depois de aproveitar o Yeu, acompanhei as outras atrações que passaram de tarde”, contou a moradora do bairro Phoc III, na sede de Camaçari.

A banda Pagodart levou seu repertório de sucessos e animou o público ao desfilar no bloco As Tartarugas, arrastando uma multidão ao longo da avenida.

O vocalista do grupo, Flavinho, enfatizou o carinho que tem pela festa de Arembepe. “É uma alegria imensa participar e uma responsabilidade muito grande. Esse festival é importantíssimo pra comunidade. Eu moro em Jauá, e tem aquela resenha de qual é a praia mais bonita, mas no festival todo mundo cola aqui, pela grandiosidade. Sempre frequentei Arembepe, junto com a galera, e sou muito grato a esse povo. Demos tudo hoje para fazer um showzão”, afirmou.

O soteropolitano, Jean da Silva Santos, 36 anos, contou que desfila no As Tartarugas, todos os anos. “Meu pai tem casa aqui em Arembepe e venho sempre. É uma festa animada, tranquila e com atrações boas. Tô me divertindo bastante”.

Já Robson Santana, 40 anos, também residente de Salvador, acompanhou as apresentações do lado de fora da corda, mas com a mesma energia. “É a segunda vez que venho. Gosto muito de todo o festival e acho ótima essa parte dos trios. Vim ver, especialmente, a apresentação de Pagodart, junto com amigos e família. Curti muito”, afirmou.

A programação do domingo contou ainda com o bloco Chuva de Gelo, comandado pelo músico Rogério Bambeia, além do bloco As Piriguetes, que levou às ruas a animação da cantora Alice Morais.

Entre os destaques também estiveram o bloco Elefante, com Malafalia; o Quem Guenta, que teve show de Zau Pássaro; e o bloco Afrombepe, que reafirmou as raízes afroculturais da festa com apresentação do grupo Muzenza.

Nos dois primeiros dias do festival, sexta e sábado (13 e 14), 13 blocos passaram pelo circuito, contribuindo para a atmosfera vibrante que tomou conta da principal rua de Arembepe.

A programação dos blocos encerra na segunda-feira (16), com o desfile de Os Negos de Maria, com a Banda Movimento; do bloco Folha de Louro, trazendo o Edy Vox; o bloco Arembepuã, com a Banda Arembepuã e convidados; o Tô Mentindo, comandado por Lu Costa; e o bloco As Abelhinhas, com o cantor Pincel.


Fotos: Juliano Sarraf

Voz do Povo Bahia, Editora-chefe : Silvania Nascimento





























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