Pela regra atual, as empresas recebem o valor total da venda e utilizam esse valor para pagar os impostos cobrados no mês seguinte. Com a retenção no ato da transação, o valor não entrará mais diretamente na conta da empresa, mas também não será mais necessário o pagamento posteriormente. Assim não terar cobrança de novo imposto pelo PIX
A Reforma Tributária de 2026 deve marcar mudanças significativas para as empresas no Brasil. A chegada do mecanismo Split Payment prevê a cobrança automática dos impostos no momento do pagamento das transações pelo sistema bancário, maquininha de cartão ou Pix.
Dessa forma, as empresas brasileiras deixarão de receber o valor bruto das vendas, obtendo diretamente o valor líquido, com os impostos previamente deduzidos. A mudança elimina o intervalo entre a venda e o pagamento do imposto no mês seguinte, fazendo com que essa fatia já caia direto nos cofres públicos, não será mais necessário o pagamento posteriormente do imposto.
Desinformação nas redes sociais: quando um print não prova a verdade
Nos últimos anos, a desinformação tem se tornado uma das principais armas utilizadas no debate político nas redes sociais. Entre as estratégias mais comuns está a divulgação de prints (capturas de tela) de publicações, muitas vezes apresentados como se fossem provas definitivas de determinado fato ou declaração.
Um print, por si só, não comprova que uma informação seja verdadeira. Imagens podem ser editadas, retiradas de contexto, recortadas ou até mesmo fabricadas com ferramentas digitais. Além disso, uma publicação pode ter sido apagada, alterada ou publicada por perfis falsos, o que exige uma verificação cuidadosa antes de qualquer conclusão.
Esse tipo de prática pode ser usado por grupos de diferentes correntes políticas, incluindo setores da extrema direita ou de qualquer outro espectro ideológico. No entanto, diversos estudos sobre desinformação apontam que determinados movimentos políticos têm recorrido com frequência ao compartilhamento de prints sem contexto ou de autenticidade duvidosa para reforçar narrativas e influenciar a opinião pública.
O problema é que informações falsas ou distorcidas se espalham rapidamente, especialmente quando despertam emoções como indignação, medo ou revolta. Em muitos casos, a mentira alcança milhares de pessoas antes que a checagem dos fatos consiga esclarecer o ocorrido.
Por isso, é essencial que todo cidadão desenvolva o hábito de verificar a origem da informação, buscar a publicação original, consultar veículos de imprensa confiáveis e utilizar plataformas de checagem de fatos antes de compartilhar qualquer conteúdo.
Em tempos de intensa circulação de informações, a responsabilidade de combater a desinformação é coletiva. A liberdade de expressão deve caminhar ao lado do compromisso com a verdade, a transparência e o respeito aos fatos.








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