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O clima ficou tenso na região de Cajazeira, na Fazenda Grande , em Salvador após um confronto com troca de tiros



A situação permanece tensa na região de Cajazeira, na Fazenda Grande 1, em Salvador, onde policiais do 22º Batalhão da Polícia Militar ampliaram o patrulhamento nesta segunda-feira (7) na comunidade da Independência. A operação foi desencadeada após um confronto armado entre facções rivais na área. Na última quinta-feira (3), quatro pessoas foram mantidas como reféns em uma residência. A ação do Bope resultou na libertação dos rens. Na ocasião, as autoridades apreenderam fuzis, drogas e munições. O reforço policial segue ativo na região de Cajazeira, na Fazenda Grande 1 com o objetivo de prevenir novos episódios de vioncia.

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Soldado voador: Brasil cria drone com fuzil e mira inteligente que identifica alvos sozinho; VEJA VÍDEO


O Brasil está a um passo de se tornar pioneiro na fabricação de drones equipados com fuzis e metralhadoras calibre .50. Nomeado de "soldado voador", o equipamento será produzido pela empresa Taurus, fabricante de armas de fogo sediada no Rio Grande do Sul.

Conforme informações, o CEO global da Taurus, Salesio Nuhs, detalhou o andamento do projeto, as funcionalidades do armamento e a previsão para o início da produção. Segundo ele, um dos trâmites já realizados foi a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MoU) com a empresa Mertsav Savunma, localizada na Turquia e atuante na área de defesa do país.

De acordo com Salesio, a assinatura do documento — que formaliza um acordo preliminar entre as partes — visa possibilitar uma futura aquisição do controle societário da Mertsav.

“Essa assinatura é para avaliar a possível compra dessa empresa, que tem mais de 20 anos. Isso faz parte da estratégia da Taurus de entrar no mercado de armas militares, ou seja, no segmento de defesa mundial”, explicou.

Sobre a produção do soldado-voador, o CEO da Taurus afirmou que o equipamento contará com funcionamento inteligente: “Estamos desenvolvendo um drone equipado com armas de infantaria, para facilitar o trabalho das polícias e das forças terrestres. Nosso Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia, com mais de 200 engenheiros, está adaptando o uso da arma ao drone. O sistema de tiro é a inteligência do projeto, porque o drone e a arma já são produzidos. O pioneirismo está justamente na junção desses dois elementos”, disse.

A arma será acoplada ao drone, que terá um ou dois operadores. “Ele pode localizar um alvo com base em imagem fornecida pelo operador. Se você mostrar uma face ou objeto, o drone buscará automaticamente esse alvo. Essa tecnologia já está no software”, revelou Salesio.

Na última semana, um protótipo foi exibido na 15ª edição da Laad Defence & Security 2025, maior feira internacional de Segurança e Defesa da América Latina, no Rio de Janeiro. Entretanto, ainda são necessários trâmites legais para que a produção comece.

“Já estamos operando em termos de aplicação, mas como é algo pioneiro, não há legislação específica. Estamos em contato com os órgãos de regulamentação. Tanto a arma quanto o drone são homologados individualmente, mas queremos a confirmação de que essa junção não precisa de nova homologação. Acreditamos que isso será resolvido nos próximos dias.”

Segundo Salesio, o desenvolvimento do projeto levou cerca de um ano e meio. “A demanda está grande. Várias instituições de segurança e forças armadas do mundo todo já nos procuraram. Acreditamos que, no máximo em 120 dias, todas as questões legais estarão resolvidas e poderemos começar a entregar os produtos.”

Ao fim da entrevista, o CEO celebrou o avanço da Taurus, destacando que é motivo de grande orgulho para a empresa contribuir com o projeto. Ele lembrou que a Taurus possui 85 anos de atuação, equipando forças de segurança e armadas em mais de 100 países, e afirmou que a missão da companhia é garantir autonomia às instituições e proteger tanto a sociedade quanto a soberania do Brasil.

VEJA VÍDEO:

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Obras do Centro Histórico seguem de forma célere


As obras de revitalização do Centro Histórico de Camaçari seguem a todo vapor, em ritmo acelerado. Realizada pela gestão municipal, por meio da Secretaria da Infraestrutura (Seinfra), essa primeira etapa contempla intervenções na Rua Santa Bernadete, na Avenida Getúlio Vargas e na Praça Desembargador Montenegro. Neste domingo (6), aproximadamente 30 profissionais trabalham nos três pontos.

Com 95% dos trabalhos concluídos, a obra da Praça Desembargador Montenegro entra na fase final, sendo a mais avançada. No equipamento de lazer, está sendo instalado, por exemplo, piso intertravado, iluminação e paisagismo, além de bancos e lixeiras. A previsão é entregar o espaço à comunidade na próxima sexta-feira (11).

Com o objetivo de acompanhar o andamento dessa etapa, o prefeito Luiz Caetano visitou dois dos três pontos que recebem intervenções.

“Nesse domingo, cheio de sol, estou aqui novamente na Avenida Getúlio Vargas e na Rua Santa Bernadete para acompanhar o andamento das obras do nosso Centro Histórico. Tivemos que fazer alguns ajustes técnicos no projeto para melhorar. Eu fiz questão de vir aqui olhar, conversar com os engenheiros para dar aquele gás a mais e, assim, terminar no prazo previsto. Dia 11 vamos entregar a praça para a população”, afirmou o gestor municipal.

A Avenida Getúlio Vargas será contemplada com serviços na rede de esgoto e assentamento de meio-fio, bem como pavimentação de intertravado na parte da rodagem, além do serviço de coleta das águas de telhado, que canaliza a água da chuva para a rede de esgoto e não mais para passeios, como acontece atualmente. Inicialmente, a coleta das águas não estava prevista no projeto, mas foi incorporada para evitar transtornos para a população e comerciantes.

Na Santa Bernadete as intervenções seguem dentro do prazo. Essa primeira etapa, iniciada no dia 13 de março, tem a estimativa de ser concluída, na totalidade, no dia 27 de abril, podendo ter mudanças, de acordo com a demanda e especificidade das localidades.

As obras são executadas por meio do convênio com o CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe. O objetivo do projeto é criar uma conexão visual entre as ruas e praças que compõem o Centro Histórico de Camaçari. As intervenções são divididas em seis etapas e devem seguir até dezembro.

O projeto contempla a criação de um calçadão com piso compartilhado, dando acesso às ruas e avenidas que englobam a obra. Será deixada uma diferença de cinco centímetros entre a calçada e a pista de rolamento dos automóveis para, assim, evitar que em uma chuva forte a água retorne para dentro dos empreendimentos e acabe provocando alagamento.

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Um homem de 33 anos foi sequestrado por duas mulheres e acabou sendo executado a tiros na cidade de Camaçari


Um homem de 33 anos, identificado como Alexandre Farias Ferreira, foi sequestrado e morto a tiros na tarde do último domingo (6) no bairro Monte Negro, em Camaçari. De acordo com testemunhas, Alexandre estava na região do distrito de Parafuso quando foi abordado por duas mulheres, que o levaram a a rua nas proximidades da linha do trem. No local, quatro homens o esperavam e realizaram vários disparos contra ele. O corpo foi encontrado na mesma área. A 4ª Delegacia de Homicídios (DH/Camaçari) está conduzindo as investigações para esclarecer os responsáveis e os motivos do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi detido.

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Motorista relata momentos de pânico em corrida com PM descontrolado em Salvador: 'dois tiros na altura da cabeça'


Um motorista de aplicativo da plataforma 99, identificado apenas como Brian, relatou os momentos de pânico que viveu na madrugada deste domingo (06), no bairro da Federação, em Salvador, durante uma corrida solicitada por um homem — posteriormente identificado como policial militar — acompanhado de duas mulheres, uma delas também seria policial, e de uma criança. 

Durante a corrida, a mulher acabou ferida após uma sequência de eventos que terminou com tiros disparados dentro do veículo. Segundo Brian, a corrida começou de forma aparentemente comum. “Eu peguei uma família saindo de um bar: duas mulheres, uma criança e um rapaz. O homem parecia estar alcoolizado, mas não havia nada que me fizesse recusar a corrida”, explicou em entrevista à TV Bahia, afiliada da TV Globo.

Os problemas começaram poucos minutos após o início da viagem. De acordo com o motorista, o passageiro começou a brincar de forma insistente com a criança no banco de trás, o que gerou desconforto e acabou atrapalhando a direção. “Eu pedi com educação que ele parasse. Fiz isso duas vezes, e na segunda, parei o carro em um posto de combustível na Avenida Centenário. Tem câmeras lá que podem confirmar.”

Mesmo após os pedidos, o comportamento do homem teria continuado, com ele encostando propositalmente no motorista. Brian então decidiu encerrar a corrida e sugeriu que solicitassem outro carro. Foi nesse momento que o homem reagiu de forma violenta.

“Ele sacou a pistola, engatilhou e mandou a família descer do carro. Foi aí que eu arranquei com tudo. Na hora que arranquei, ouvi o disparo. Só fui parar na ladeira do Campo Santo, quando perdi o controle do carro e bati. Saí correndo, desesperado. Depois que voltei, soube que a mulher estava ferida.”

Brian afirmou que não sabia que o casal era composto por policiais e que, em nenhum momento, os dois se identificaram. “Na delegacia, fui informado de que a mulher estava ferida e que havia sangue dentro do carro. O SAMU disse que era estilhaço, mas até hoje isso me intriga.”

O motorista também relatou que se sentiu ameaçado e coagido ao retornar ao local do incidente. “O suposto autor do disparo estava rindo com outros policiais. Eu não me senti seguro até a chegada de outros motoristas e de um influenciador que me deu apoio. Só aí senti que a situação poderia mudar.”

Na delegacia, o caso não foi registrado como tentativa de homicídio, o que revoltou Brian. “A delegada não enquadrou como tentativa de homicídio. Pra mim, foi. Foram dois tiros na altura da cabeça. Eu só tô vivo porque ele errou.”

Ainda de acordo com Brian, o momento mais tenso foi quando o homem sacou a arma. “Eu implorei. Disse que tinha uma filha pequena, que tinha família também. Mas ele não me ouvia mais. Quando ele mandou a família descer, eu só pensei: ou arranco ou viro estatística.”

O motorista contestou a versão oficial divulgada pela Polícia Militar, que apontaria que o PM teria reagido após se sentir ameaçado pelo condutor. “Como é que um motorista de aplicativo, sozinho, ameaçaria dois policiais armados e com a própria família dentro do carro? É surreal. Por isso, estou procurando a imprensa. Sei que sou o elo mais fraco dessa história.”

O caso foi encaminhado para a Corregedoria da Polícia Militar. Brian afirmou que só recuperou a esperança de que haja justiça após esse encaminhamento. “Quando disseram que não seria tratado como tentativa de homicídio, meu mundo caiu. Mas quando fomos pra Corregedoria, pensei que talvez agora alguém me ouvisse de verdade.”

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