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VÍDEO: Jerônimo Rodrigues fala em ganhar as eleições em Salvador ainda no primeiro turno

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) demonstrou otimismo com o desempenho do vice-governador Geraldo Júnior (MDB) na disputa pela prefeitura de Salvador nas eleições municipais deste ano. a pré-candidatura do emedebista será oficializada nesta quinta-feira (6).
Em conversa com a imprensa o anúncio de ações na área ambiental para todo o estado, em São Desidério, o governador revelou que deseja que Geraldo seja eleito ainda no primeiro turno.
"Eu tenho que trabalhar dizendo: 'eu vou ganhar as eleições, nós amos ganhar'. Nosso time vai ganhar as eleições em Salvador. E é claro que no primeiro turno. Segundo turno já uma dificuldade. A gente entra na campanha com muita vontade”, disse Jerônimo, que ainda elogiou o nome de Fabya Reis, confirmada como pré-candidata a vice-prefeita na chapa encabeçada por Geraldo na última quarta-feira (5).
"A chegada agora de Fabya anima a chapa, anima o movimento. Fabya não é só mulher, não é só negra. Fabya foi secretária com muita competência na [secretarias de] Igualdade Racial, na de Mulheres e acaba se ser [secretaria de] Igualdade Social. Fabya é um dos quadros qualificados que conhece Salvador e tem capacidade de elaboração e gestão de projetos", afirmou.
Apesar do otimismo, o governador pregou certa cautela com o cenário das eleições municipais. Para o petista, a relação que ele e o seu grupo têm com os atuais prefeitos e lideranças municipais pode ser fundamental para uma vitória nas urnas.
"Quando a gente participa de uma eleição estadual, a liderança do município, quer queiramos ou não, é um prefeito, é uma banda B, uma banda C. Quando a eleição é municipal, há o inverso. Agora, é a minha vez de ir aos municípios emprestar o prestígio que nós temos”, afirmou.
"O nome do [presidente] Lula não me ajudou bastante. Quando eu chegava ao município e o prefeito estava bem e ele falava que eu era o candidato daquele prefeito aí mudava bastante", acrescentou.
Servidor do Detran-BA é exonerado após usar carro do órgão para curtir praia em Salvador
na Cidade, para usar em bairros sem calçamento.
da presidência da Câmara de Vereadores.
Avião de Leo Santana faz pouso de emergência em Salvador
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Espetáculo 'Auto da Compadecida' está em cartaz em teatro de Salvador
A sétima temporada do espetáculo de teatro "Auto da Compadecida", que tem como base a obra de Ariano Suassuna, está em cartaz em Salvador.
A peça será apresentada nos dias 11, 12,16, 17, 18 e 19 de maio, sempre às 19h, no Centro Cultural Sesi Casa Branca, no bairro Caminho de Areia.
Com direção de Fábio Tavares, a peça começa com os personagens já mortos, no céu, e a trama se desenvolve contando como eles chegaram ali.
Os ingressos custam R$30 a inteira e R$15 a meia-entrada e podem ser adquiridos na plataforma Sympla.
Homem tenta fugir pelo mar, mas é preso por suspeita de tráfico dentro de ferry boat
Com o suspeito foi encontrada uma porção de cocaína Crédito: Divulgação/PMBA
Um homem foi preso na manhã deste sábado (11) no Terminal Marítimo de Bom Despacho, na Ilha de Itaparica. Segundo a Polícia Militar, a corporação recebeu uma denúncia de que ele estaria traficando drogas dentro do ferry boat com destino a Salvador.
Ao realizarem a abordagem, os policiais teriam encontrado com o suspeito uma mochila com uma porção de cocaína. O indivíduo tentou fugir pelo mar, mas foi capturado.
O material apreendido e o homem foram apresentados na 19ª Delegacia Territorial para registro da ocorrência.
SBT some com reportagem sobre multas em caminhões com doações para RS

O
Rio Grande do Sul está passando por uma tragédia climática, em que já
foram confirmadas 100 mortes. Como se não bastasse o clima de tensão, a
catástrofe provocou um momento desagradável entre SBT e o Governo Federal.
A repórter da emissora de Silvio Santos, Márcia Dantas, informou que teria flagrado caminhões que estavam carregados de doações para as vítimas sendo barrados e multados pelas autoridades.
"A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) estaria barrando caminhões da Defesa Civil, com ajuda humanitária, porque não têm nota fiscal e estão um pouco acima do peso", disse a jornalista.
Por meio de nota, a ANTT informou que as acusações eram falsas e desmentiu o SBT. "A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) esclarece que, neste período emergencial, não está retendo veículos de carga nas vias de acesso ao Rio Grande do Sul. Os veículos de carga que passam nas balanças em rodovias que acessam o Estado passam por um procedimento simplificado de fiscalização e são liberados para seguir viagem. Não há solicitação de nota fiscal e nem aplicação de multas sobre veículos que transportam donativos", disseram.
"Os vídeos que circulam na internet que afirmam que a ANTT reteve veículos de doação não condizem com a realidade dos fatos. A ANTT está empenhada na facilitação da movimentação de cargas, sobretudo gênero de primeiras necessidades, para abastecimento da população atingida pelas chuvas no Rio Grande do Sul, além de mobilizar equipes da própria Agência e dos entes regulados no auxílio à população atingida e no restabelecimento da normalidade", completaram.
Diante da situação, a reportagem foi apagada dos canais. Segundo o site NaTelinha da Uol, internamente, a emissora está resolvendo a situação devido diversos pontos equivocados na abordagem.
Em reação aos boatos, o Governo Federal acionou a Polícia Federal e a Advocacia-Geral da União contra as fake news envolvendo as enchentes no Rio Grande do Sul.
Terceirizados demitidos da Coelba cobram rescisão milionária de companhia; entenda

Cerca de 400 profissionais terceirizados que prestaram serviços à Coelba realizaram um protesto nesta segunda-feira (6) em frente à sede da concessionária, no bairro de Narandiba, em Salvador, e cobraram o pagamento de rescisão contratual. De acordo com o Sindicato dos Condutores em Transporte Rodoviário de Cargas Próprias do Estado da Bahia (Sintracap-BA), o grupo trabalhava na extinta empresa Morel, na indústria da construção de redes elétricas e, em 2023, conseguiram na Justiça o bloqueio de R$ 15 milhões para o pagamento, mas apenas R$ 1,8 milhão foi depositado. A Coelba diz que a dívida cobrada é de competência da Morel.
"Nós já ganhamos a ação na Justiça, mas o grupo Neoenergia Coelba vem dando calote nesses trabalhadores, usando o tempo todo da argumentação jurídica, tentando protelar ao máximo o pagamento da rescisão, sendo que a Morel, a empresa que faliu, aceitou os termos do acordo. Esses 400 trabalhadores são pais de família que precisam da atenção e sensibilidade do grupo Coelba. É injusto demais a pessoa laborar durante mais de 20 anos de sua vida e ser tratada dessa forma", disse Marcelo Carvalho, presidente do Sintracap-BA, presente na mobilização.
Acidente no bairro de Areia Branca e muito mais...
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Cadê a taboca? Entenda o que está por trás do sumiço do biscoito das ruas de Salvador
O plano era fazer uma sobremesa que, entre a família e os amigos, já tinha se tornado clássica: cream cheese, creme de leite, goiaba cascão e - a estrela do prato - taboca. A receita havia sido criada pelo fotógrafo e jornalista Giácomo Mancini, 69 anos, há pelo menos uma década, quando participava de uma confraria em que amigos se reuniam para inventar novos pratos.
Ele só não imaginava que, ao tentar reproduzir a receita mais uma vez, no início do mês passado, tivesse um problema: encontrar taboca em Salvador. Começou, assim, uma peregrinação em busca do biscoito que, pelo Brasil, recebe nomes como biju, chegadinho, cavaquinho e cavaco-chinês. “Eu achava com facilidade na Rua Lucaia, mas acabou o cruzamento. Botei na internet, nos stories (do Instagram) perguntando e um amigo me disse que, no fim de linha da Boca do Rio, teoricamente, acharia fácil. Não achei nenhum”, conta.
No fim de linha, ouviu de um taxista que era garantia de certeza achar no Mercado de Itapuã. “Me piquei para o mercado e lá, um cara disse: ‘no mercado? Aqui não. No máximo, tem um rapaz que passa aqui de vez em quando, mas não é toda hora'. Resultado: não achei”, conta.
Um mês depois, já em abril, ele continuava sem encontrar o biscoito. A saga de Mancini é uma alegoria para um contexto maior: o possível desaparecimento da taboca das ruas de Salvador. Se, antes, encontrar um vendedor com seu triângulo dependia muito do acaso e um pouco de sorte, agora parece mais um desafio quase impossível.
Entre 2015 e 2019, a gastrônoma e pesquisadora Laís Portela mapeou 19 vendedores de taboca em Salvador, em uma pesquisa que desenvolveu na Universidade Federal da Bahia (Ufba). Hoje, ela já recebe relatos que parte daqueles lugares já não têm nem sinal do biscoito. Na avaliação dela, o primeiro motivo por trás disso é a perda do hábito da alimentação de rua devido à urbanização.
"A gente não tem mais uma tradicionalidade urbana que de ficar sentado nas portas quando esse tipo de guloseima passava. Sorvete, pipoca, taboca. Tinha uma relação de aguardar porque sabia que a pessoa ia passar. Hoje, a gente pede comida. Não espera aparecer na rua", explica.
Urbano
As mudanças na dinâmica da cidade provocam, indiretamente, outra consequência: boa parte dos mais jovens já não têm a imagem - ou mesmo a lembrança - do consumo de taboca. Na pesquisa de Laís, outro ponto identificado foi que pessoas com menos de 22 anos já não reconheciam o biscoito.
Para muita gente, a taboca tinha virado uma 'comida de infância'. Se tornou o item nostálgico para uma geração que, hoje, já está na casa dos 30 anos. A cada geração seguinte, esse referencial de tempo já fica mais distante ou mesmo impossível.
"O produto acaba perdendo venda. Acho que falta um pouco desse cuidado com a comida de rua de Salvador", avalia ela, que começou a pesquisa porque via que faltava representatividade para a taboca.
Publicado em 27 de abril de 2024 às 06:00






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