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O plano era fazer uma sobremesa que, entre a família e os amigos, já tinha se tornado clássica: cream cheese, creme de leite, goiaba cascão e - a estrela do prato - taboca. A receita havia sido criada pelo fotógrafo e jornalista Giácomo Mancini, 69 anos, há pelo menos uma década, quando participava de uma confraria em que amigos se reuniam para inventar novos pratos.
Ele só não imaginava que, ao tentar reproduzir a receita mais uma vez, no início do mês passado, tivesse um problema: encontrar taboca em Salvador. Começou, assim, uma peregrinação em busca do biscoito que, pelo Brasil, recebe nomes como biju, chegadinho, cavaquinho e cavaco-chinês. “Eu achava com facilidade na Rua Lucaia, mas acabou o cruzamento. Botei na internet, nos stories (do Instagram) perguntando e um amigo me disse que, no fim de linha da Boca do Rio, teoricamente, acharia fácil. Não achei nenhum”, conta.
No fim de linha, ouviu de um taxista que era garantia de certeza achar no Mercado de Itapuã. “Me piquei para o mercado e lá, um cara disse: ‘no mercado? Aqui não. No máximo, tem um rapaz que passa aqui de vez em quando, mas não é toda hora'. Resultado: não achei”, conta.
Um mês depois, já em abril, ele continuava sem encontrar o biscoito. A saga de Mancini é uma alegoria para um contexto maior: o possível desaparecimento da taboca das ruas de Salvador. Se, antes, encontrar um vendedor com seu triângulo dependia muito do acaso e um pouco de sorte, agora parece mais um desafio quase impossível.
Entre 2015 e 2019, a gastrônoma e pesquisadora Laís Portela mapeou 19 vendedores de taboca em Salvador, em uma pesquisa que desenvolveu na Universidade Federal da Bahia (Ufba). Hoje, ela já recebe relatos que parte daqueles lugares já não têm nem sinal do biscoito. Na avaliação dela, o primeiro motivo por trás disso é a perda do hábito da alimentação de rua devido à urbanização.
"A gente não tem mais uma tradicionalidade urbana que de ficar sentado nas portas quando esse tipo de guloseima passava. Sorvete, pipoca, taboca. Tinha uma relação de aguardar porque sabia que a pessoa ia passar. Hoje, a gente pede comida. Não espera aparecer na rua", explica.
Urbano
As mudanças na dinâmica da cidade provocam, indiretamente, outra consequência: boa parte dos mais jovens já não têm a imagem - ou mesmo a lembrança - do consumo de taboca. Na pesquisa de Laís, outro ponto identificado foi que pessoas com menos de 22 anos já não reconheciam o biscoito.
Para muita gente, a taboca tinha virado uma 'comida de infância'. Se tornou o item nostálgico para uma geração que, hoje, já está na casa dos 30 anos. A cada geração seguinte, esse referencial de tempo já fica mais distante ou mesmo impossível.
"O produto acaba perdendo venda. Acho que falta um pouco desse cuidado com a comida de rua de Salvador", avalia ela, que começou a pesquisa porque via que faltava representatividade para a taboca.
Publicado em 27 de abril de 2024 às 06:00
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Vereadora de Candeias diz que comprou peixe podre na central de abastecimento da Cidade.
Uma motorista por aplicativo foi esfaqueada mais de 20 vezes e teve o carro roubado em Vila de Abrantes, bairro que fica em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu na terça-feira (16) e ninguém foi preso até esta quarta (17).
A vítima, de 46 anos, foi rendida durante uma corrida e levada para uma área deserta, onde foi esfaqueada. Ela se fingiu de morta para sobreviver.
O crime aconteceu depois que a motorista, que não teve o nome divulgado, buscou um passageiro na região do Doron, em Salvador. Ela deveria deixá-lo no Inocoop, em Camaçari, mas ao passar pela Estrada da Cascalheiras, a cerca de 30 minutos do destino final, a motorista foi ameaçada pelo passageiro.
Após anunciar o assalto, o homem levou a vítima para a área deserta, a esfaqueou e fugiu com o carro e outros pertences da mulher.
A Polícia Civil informou que a motorista foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e está internada em um hospital em Camaçari nesta quarta. No entanto, não foi detalhado quem acionou o socorro.
O veículo da vítima e a faca usada no crime foram encontrados ainda na terça-feira, pela Polícia Militar. Eles foram achados na Rua Itacimirim, no bairro Inocoop, que fica a 20,6 km da Estrada da Cascalheiras, onde foi registrado o crime.
O caso foi registrado na delegacia de Vila de Abrantes e é investigado como tentativa de latrocínio.
G1
A previsão para quarta é de céu nublado, com chuvas fracas a moderadas a qualquer hora do dia.

Médicos que trabalharam na Micareta de Feira de Santana do ano passado ainda não receberam o pagamento pelos plantões que cumpriram, sob contrato com a Prefeitura Municipal. A denúncia foi levada à Câmara, hoje (16), pelo pai de uma médica, que não quis se identificar. De pé, nas galerias, portando um cartaz, ele fez uma manifestação para chamar a atenção dos vereadores ao problema, durante a sessão, na Casa da Cidadania.
Indignado com a situação, o pai da profissional de medicina pediu a interferência dos vereadores junto ao Poder Executivo, para que o pagamento finalmente seja efetuado. O débito estaria afetando a vários médicos que atuaram nas unidades municipais de saúde, durante a Micareta de 2023.
O cartaz apresentava o seguinte relato: “Em qualquer lugar, esta situação seria absurda. Numa cidade cujo prefeito é um médico, chega a ser surreal. Há médicos e médicas que ainda não receberam os plantões da Micareta do ano passado”. Contratada através de regime terceirizado para a Prefeitura, a filha dele decidiu deixar a função, pois ficava mais de 90 dias sem receber o salário.

Foto: Divulgação
A mudança de lado do cantor e ex-deputado federal Igor Kannário, agora no PSB, pode desequilibrar a disputa pela prefeitura de Salvador e colocar em risco uma reeleição tranquila do prefeito Bruno Reis (União Brasil), como planejavam os aliados.
Kannário, que deve concorrer à Câmara Municipal, é visto como um trunfo para a campanha de Geraldo Júnior (MDB), principal adversário de Bruno, já que tem fácil penetração na periferia e apelo popular. Além disso, segundo nomes ouvidos pelo Política ao Vivo, sua língua ‘afiada’ pode se tornar uma forte arma contra o prefeito.
Um exemplo usado pela oposição é da ‘presença vip’ de Kannário em Feira de Santana, na véspera do segundo turno da eleição de 2020. Na época, o então deputado e cantor chegou de helicóptero e pediu votos para o prefeito Colbert Martins (MDB), que havia perdido o primeiro turno para Zé Neto (PT). A estratégia foi vista como o principal fator para a ‘virada’ de Colbert.
O próprio Kannário já falou publicamente, em entrevista recente, que Colbert deve a ele o resultado das eleições de 2020.
Antes
aliado de primeira hora de ACM Neto (União Brasil), Kannário agora é
apontado como um ‘fator de risco’ para o grupo político do ex-prefeito.
Além do discurso ‘duro’ e direto, com ataques claros, Kannário ainda é
visto como uma ‘carta na manga’ por ter convivido com o grupo por mais
de uma década.
No Carnaval deste ano, pouco antes de romper oficialmente com o bloco,
Kannário fez um duro ataque a Bruno em cima do trio elétrico.
“Quem
paga tudo sou eu com meu dinheiro. Eu quero que vocês saibam isso.
Paguei R$ 50 mil em placa de outdoor. Eu não sou amigo de Bruno Reis,
não sou amigo de secretário. Todos eles só me aceitam porque vocês me
amam. Só engolem o Kannário por conta do povo”, disparou Kannário no
penúltimo dia de festa, durante sua famosa ‘pipoca’.
Bruno rebateu e disse que o cantor “não perde a oportunidade de falar besteira”.
O episódio é considerado o estopim para o rompimento de Kannário com Bruno e Neto. Sua ida ao PSB também aumenta a expectativa de um desempenho melhor da oposição nas urnas. A sigla socialista, que hoje tem apenas uma cadeira na Casa, com Sílvio Humberto, vê no artista a chance de aumentar a representação na Câmara e fortalecer a bancada, o que traria maiores dificuldades para Bruno em um eventual segundo mandato, caso seja reeleito.

Foto: Divulgação/Alba
Líder do governo na Alba, o deputado Rosemberg Pinto (PT) surpreendeu ao indicar um nome da oposição junto a outros deputados governistas para compor a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Casa.
Para o grupo titular o petista indicou os deputados Alex da
Piatã (PSD), Antônio Henrique Junior (PP), Euclides Fernandes (PT),
Marcelino Galo (PT) e Vitor Bonfim (PV).
Já para a suplência a bancada apontou os nomes de Ângelo Coronel Filho (PSD), Fabíola Mansur (PSB), Nelson Leal (PP), Raimundinho da JR (PL) e Marcinho Oliveira (União Brasil).
Um foragido da Justiça pelo crime de estupro de vulnerável em São Paulo foi preso na Bahia na tarde de sábado (30). O homem foi abordado pela Polícia Militar no município de Palmas do Monte Alto, na região sudoeste da Bahia, durante ações de policiamente ostensivo na zona rural.
Durante a abordagem, os policiais constataram que ele possuía um mandado de prisão em aberto pelo crime de estupro de vulnerável, expedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
O indivíduo foi detido e apresentado à delegacia de Guanambi.
Sob forte comoção, Willys Santos Conceição, 27 anos, morto na madrugada do último sábado (23) em confusão no Corredor da Vitória, foi enterrado no Cemitério Municipal de Plataforma, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. No velório, familiares e amigos não conseguiram conter a emoção ao se despedir da vítima. Muito emocionada, Maria de Fátima dos Santos, 37, irmã de Willys, pediu por Justiça.
"Fizeram uma covardia com meu irmão. Ele não foi roubar ninguém, foi pedir um cigarro. Estamos enterrando ele e é mais um preto morto pelos brancos. Eles têm que ficar presos, precisam pagar. Eu quero justiça porque as coisas não podem ser assim. Matam a gente e depois inventam que é ladrão, é criminoso", desabafou Fátima, sem conseguir segurar as lágrimas ao conversar com a reportagem.
Entre os familiares, há a preocupação de que os quatro suspeitos pela morte de Willys, presos em flagrante logo após o crime, sejam soltos. Os quatro, no entanto, tiveram prisão preventiva decretada em audiência de custódia na última segunda-feira (25). Florisvaldo Santos Conceição, que também é irmão da vítima, conta que o caso abalou toda a família.
"Ninguém da nossa família está bem. Todo mundo destruído por esse mal que veio na nossa família. Mesmo assim, a gente está de pé para mostrar para a Bahia o que aconteceu com ele. A família toda amargurada com isso e pedindo força a Deus porque é uma dor tremenda o que estamos sentindo", fala Florisvaldo.
Um homem foi detido pela Polícia Militar com R$ 1.200 em notas falsas no bairro do IAPI, em Salvador, neste sábado (16). Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o suspeito queria usar as notas no pagamento de uma lotérica na rua Conde de Porto Alegre.
Além do suspeito, as notas também foram apreendidas e encaminhadas para a delegacia.
O material será encaminhado para a Polícia Federal, que investigará o caso.

Uma viatura da Polícia Militar da Bahia, pertencente à 96ª CIPM, foi recuperada pela Polícia Militar de Pernambuco, na noite de terça-feira (13), nas proximidades da localidade conhecida como Loteamento Recife, no município de Petrolina.
Na ocasião, o veículo, que estava realizando serviços de manutenção elétrica em uma oficina credenciada, foi encontrado em posse de um casal.
O motorista foi identificado e preso pelos policiais pernambucanos, sendo apresentado em uma delegacia da Polícia Civil em Petrolina. Após o registro da ocorrência, a viatura foi entregue à PM baiana.
Em nota, a PM da Bahia informou que todas as medidas foram adotadas e todas as circunstâncias e responsabilidades serão apuradas, inclusive junto à oficina onde o veículo estava para a realização dos reparos.
Plantar cacau está mais rentável para produtores do sul e oeste da Bahia. Nos dois primeiros meses deste ano, o produto teve valorização de 56% no mercado internacional e a tonelada atingiu o valor de US$ 7.445 na bolsa de valores em plena entressafra. Em 22 de janeiro, a mesma quantidade de cacau valia US$ 4.761. A notícia anima quem trabalha na lavoura, mas alta do produto deve pesar no bolso dos consumidores na Páscoa.
Tudo é dinheiro, o povo da Bahia que se lasque, quem tem come quem não tem passa fome. Dragão Marinho.
Como quase tudo na economia, entender a valorização do cacau depende da regra básica entre oferta e procura. Se o produto é escasso e a demanda grande, os preços aumentam e quem tem mais dinheiro sai na frente. É justamente o que acontece com o cacau: enquanto países como a China aumentam interesse pelo chocolate, no continente africano a produção não é a mesma.
Condições climáticas desfavoráveis e o La Ninã de do início do ano passado prejudicaram as lavouras dos maiores produtores de cacau, Costa do Marfim e Gana, como explica Henrique Oliveira, coordenador da Agência de Internacionalização e Exportação da Universidade Salvador (Unifacs).
“O La Ninã trouxe muita chuva para a costa ocidenteal africana e houve uma queda de 2,7% da quantidade de cacau ofertada no ano passado. Além disso, tem o vento Harmattan, que é seco e com bastante poeira, e atingiu a região. Isso tudo atingiu a produção de cacau e impactou o preço, que está alto como não se via há cinco décadas”, diz o professor, que faz parte do Consórcio Cabruca de Exportações de Chocolates Finos do Sul da Bahia.
Enquanto o arroba do cacau comum é vendido por R$ 460 na Bahia, a mesma quantidade de cacau fino chega a custar R$1.500. “O cacau fino tem mais custo de produção e a produtividade é igual ao do cacau normal. O valor agregado também é superior, por isso, o momento representa uma oportunidade para os produtores investirem nesse mercado”, acrescenta o professor. Os chocolates finos são feitos a partir do cacau selecionado e com grãos de melhor qualidade.
Para os pequenos chocolateiros do sul da Bahia, por outro lado, o momento é de tensão. Com a matéria-prima mais cara, eles já se planejam para reduzir a margem de lucro para não repassar o aumento de preço aos consumidores dos chocolates artesanais. O medo é que os produtos deixem de ser competitivos no mercado. Uma barra de 80g de chocolates produzidos na região custa, em média, entre R$ 18 e R$ 26.
“O nosso produto é diferenciado e já tem um valor maior do que os chocolates industriais. A grande indústria tem condições de absorver a alta do preço do cacau, mas isso pode representar uma ameaça para os pequenos produtores, que não podem repassar todo o aumento de preço para os consumidores”, diz Gerson Marques, presidente da Associação dos Produtores de Chocolate do Sul da Bahia (Chocosul).
As previsões internacionais não apontam para uma melhora da situação. Na comparação com a temporada de 2022/2023, a oferta global de cacau deve diminuir quase 11% na próxima safra, de acordo com a Organização Internacional do Cacau (ICCO). Paralelo a isso, o oeste baiano desponta com a produção irrigada de cacau.
Antônio Lavigne de Lemos é chocolateiro e produtor de cacau na Fazenda Alegrias, uma das pioneiras no cultivo de cacau em Ilhéus. Ele é um dos que enfrenta o dilema de aumentar ou não os preços do chocolate. "Para os produtores é um momento positivo, mas para os chocolateiros são muitas dificuldades. Hoje, o preço do meu produto varia entre R$ 18 e R$ 25. Se o quilo do cacau dobrou de valor, a barra de chocolate deveria dobrar, mas será que esse produto teria sairia da prateleira?", questiona Antônio, que ainda não estimou o aumento dos seus chocolates nesta Páscoa.

Criada em janeiro de 2016, a casa Caminho das Ervas acolhe membros da comunidade de Serra Grande, no litoral sul da Bahia, em vivências de cultivo e manuseio das plantas medicinais da Mata Atlântica. Ali, eles também podem aprender sobre a utilização correta de cada planta na prevenção e cura de diversas enfermidades.
Desde sua inauguração, o espaço - que é mantido graças a doações mensais de colaboradores, terapeutas e simpatizantes da casa - já atendeu centenas de pessoas, entre visitantes e participantes fixos das atividades promovidas semanalmente. Atualmente a casa conta com mudas e plantas de diversas espécies.
Saiba mais.
https://benfeitoria.com/projeto/casacaminhodaservas

O governo federal divulgou nesta quinta-feira (7) a lista de alimentos que irão compor a nova cesta básica.
Na última terça-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que prevê uma cesta básica com mais alimentos in natura e regionais e menos processados.
“O intuito é evitar a ingestão de alimentos ultraprocessados, que, conforme apontam evidências científicas, aumentam a prevalência de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, hipertensão e diversos tipos de câncer”, diz nota do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, que coordenou a elaboração da lista.
A nova cesta básica terá alimentos de dez grupos diferentes: feijões (leguminosas); cereais; raízes e tubérculos; legumes e verduras; frutas; castanhas e nozes (oleaginosas); carnes e ovos; leites e queijos; açúcares, sal, óleo e gorduras; café, chá, mate e especiarias.
De acordo com a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Penssan), em 2022, mais de 33 milhões de brasileiros passavam fome e acima de 125 milhões não tinham acesso regular à alimentação adequada.
Feijão de todas as cores (preto, branco, roxo, mulatinho, verde, carioca, fradinho, rajado, manteiga, jalo, de-corda, andú, dentre outros), ervilha, lentilha, grão-de-bico, fava, guandu, orelha-de-padre.
Arroz branco, integral ou parboilizado, a granel ou embalado; milho em grão ou na espiga, grãos de trigo, aveia; farinhas de milho, de trigo e de outros cereais; macarrão ou massas frescas ou secas feitas com essas farinhas/sêmola, água e/ou ovos e/ou outros alimentos in natura ou minimamente processado.
Pães feitos de farinha de trigo e/ou outras farinhas, leveduras, água, sal e de alimentos in natura e minimamente processados.
Ariá, batata-inglesa, batata-doce, batata-baroa/mandioquinha, batata-crem, cará, cará-amazônico, cará-de-espinho, inhame, mandioca/macaxeira/aipim, e outras raízes e tubérculos in natura ou embalados, fracionados, refrigerados ou congelados; farinhas minimamente processadas de mandioca, dentre outras farinhas e preparações derivadas da mandioca (tais como farinha de carimã, farinha de uarini; maniçoba e tucupi, farinha/gomo de tapioca, dentre outros).
Legumes e verduras in natura ou embalado, fracionados, refrigerados, congelados ou preservados em salmoura ou em solução de sal e vinagre, tais como abóbora/jerimum, abobrinha, acelga, agrião, alface, almeirão, alho, alho-poró, azedinha, berinjela, beterraba, beldroega, bertalha, brócolis, broto-de-bambu, capicoba, capuchinha, carrapicho-agulha, caruru, catalonha, cebola, cebolinha, cenoura, cheiro-verde, chicória, chicória-paraense/chicória-do-pará, chuchu, couve, couve-flor, croá, crem, dente-de-leão, escarola, espinafre, gueroba, gila, guariroba, jambu, jiló, jurubeba, major-gomes, maxixe, mini-pepininho, mostarda, muricato, ora-pro-nóbis, palma, pepino, peperômia, pimentão, puxuri, quiabo, radite, repolho; rúcula, salsa, serralha, taioba, tomate, urtiga, vinagreira, vagem, dentre outros.
Cenoura, pepino, palmito, cebola, couve-flor, dentre outros legumes e verduras, preservados em salmoura ou em solução de sal e vinagre; extrato ou concentrados de tomate e/ou outros alimentos in natura e minimamente processado (com sal e ou açúcar).*
Frutas in natura ou frutas frescas ou secas embaladas, fracionadas, refrigeradas ou congeladas; e polpas de frutas.
Exemplos: abacate, abacaxi, abiu, abricó, açaí, açaí-solteiro, acerola, ameixa, amora, araçá, araçá-boi, araçá-pera, araticum, aroeira-pimenteira, arumbeva, atemoia, babaçu, bacaba, bacupari, bacuri, banana, baru, biribá, brejaúva, buriti, butiá, cacau, cagaita, cajarana, cajá, caju, caju do cerrado, cajuí, cambuci, cambuí, camu-camu, caqui, carambola, cereja-do-rio-grande, ciriguela, coco, coco-cabeçudo, coco-indaiá, coquinho-azedo, coroa-de-frade, croá, cubiu, cupuaçu, cupuí, cutite, curriola, figo, fisalis, fruta-pão, goiaba, goiaba-serrana, graviola, guabiroba, grumixama, guapeva, guaraná, inajá, ingá, jaca, jabuticaba, jambo, jambolão, jaracatiá, jatobá, jenipapo, juá, juçara, jurubeba, kiwi, laranja, limão, lobeira, maçã, macaúba, mama-cadela, mamão, mandacaru, manga, mangaba, mapati, maracujá, marmelada-de-cachorro, melancia, melão, mexerica/tangerina/ bergamota, morango, murici, nectarina, pajurá, patauá, pequi, pera, pera-do-cerrado, pêssego, piquiá, pinha/fruta do conde, pinhão, pitanga, pitomba, pupunha, romã, sapucaia, sapoti, sapota, seriguela, sete-capotes, sorva, tamarindo, taperebá, tucumã, umari, umbu, umbu-cajá, uva, uvaia, uxi, xixá, dentre outros.
Amendoim, castanha-de-caju, castanha de baru, castanha-do-brasil (castanha-do-pará), castanha-de-cutia, castanha-de-galinha, chichá, licuri, macaúba, e outras oleaginosas sem sal ou açúcar.
Carnes de bovina, suína, ovina, caprina e de aves, pescados e outras carnes in natura ou minimamente processados de hábito local, frescos, resfriados ou congelados; ovos de aves e sardinha e atum enlatados.
Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado, leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado. Iogurte natural sem adição de açúcar, edulcorante e/ou aditivos que modificam as características sensoriais do produto.
Queijos feitos de leite e sal (microorganismos usados para fermentar o leite).
Óleos de soja, de girassol, de milho, de dendê, dentre óleos vegetais; azeite de oliva; manteiga; banha de porco; açúcar de mesa branco, demerara ou mascavo, mel; e sal de cozinha.
Café, chá, erva mate, pimenta, pimenta-do-reino, canela, cominho, cravo-da-índia, coentro, noz-moscada, gengibre, açafrão, cúrcuma, dentre outros.
Dragão Marinho Jornalista
Um homem foi preso no mar na região do Farol da Barra, na tarde da sexta-feira (1), depois de roubar duas correntes de ouro de uma mulher. Na tentativa de fugir do flagrante, ele engoliu as correntes.
Segundo a Polícia Militar, a vítima chamou uma equipe da PM que fazia rondas na região do Porto da Barra e contou que um homem havia arrancado as duas correntes que ela usava. Quando notou os policiais, o suspeito correu e pulou no mar. Ele foi localizado perto das boias de navegação na região do Farol da Barra e foi detido com ajuda do Corpo de Bombeiros.
O suspeito contou que não tinha mais as correntes. Ele foi levado até a UPA dos Barris, onde foi constatado em um exame de raio-x que ele havia engolido os objetos.
O homem, que já tem outras passagens por roubo, foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes, onde a ocorrência foi registrada.
A chuva que caiu durante a manhã desta terça-feira (20) causou várias ocorrências na capital baiana. Só no boletim de solicitações da Defesa Civil de Salvador (Codesal) são mais 24 notificações para avaliação de imóvel alagado, 15 para ameaça de desabamento e 14 de deslizamento. Vídeos mostram vias inundadas, e os veículos com dificuldade para atravessar os locais. Alguns dos pontos alagados são a saída da Suburbana, um trecho da BR-324 nas proximidades de Águas Claras e a Av. San Martin.
Como acontece desde 2018, o confronto terá torcida única por recomendação do Ministério Público e apenas os rubro-negros terão acesso ao estádio.
Por sinal, o principal clássico do Norte/Nordeste volta a ter o Manoel Barradas como palco após dois anos. O último encontro no santuário do Leão aconteceu em 2022, também pelo Campeonato Baiano, e terminou empatado por 1x1.
Esse ano, a partida ganha um peso ainda maior, já que marca o reencontro das equipes na primeira divisão do Brasileirão após seis anos. Desde 2018, Bahia e Vitória não disputam juntos a elite do futebol nacional.
O Leão também tenta quebrar uma sequência negativa de ausências nas finais do estadual. Desde 2018 o clube sequer passa da primeira fase. O time comandado por Léo Condé inicia a rodada na quarta colocação, com 10 pontos, e mira o resultado positivo para se manter no G4.
O time de Rogério Ceni é o atual campeão baiano e lidera o estadual, com 13 pontos. O triunfo no clássico deixaria o clube azul, vermelho e branco com um pé na semifinal e, na teoria, mais tranquilo para focar na busca pela classificação na Copa do Nordeste e nas fases iniciais da Copa do Brasil.
A bola rola às 16h, no Barradão, pelo Campeonato Baiano.
