Segundo os dados apresentados por Solla, Salvador contava com 1.614 agentes comunitários de saúde em 2007. Desde então, esse número teria caído para 1.382 profissionais, enquanto a população da cidade chegou a aproximadamente 2,5 milhões de habitantes.
Para o deputado, a redução representa um problema para a atenção básica, já que os agentes comunitários exercem papel fundamental no acompanhamento das famílias, na prevenção de doenças e na orientação da população dentro das comunidades.
Solla também direcionou críticas à gestão do ex-prefeito ACM Neto, que antecedeu Bruno Reis no comando da capital baiana. Na avaliação do parlamentar, a situação da saúde pública de Salvador é resultado de uma política que, ao longo dos anos, não teria priorizado a ampliação das equipes de saúde.
“Antes de Bruno Reis, o prefeito era ACM Neto, que também não cuidou da saúde e agora quer ser governador!”, afirmou Jorge Solla, ao questionar as prioridades das administrações municipais.
A cobrança ocorre em meio ao debate sobre a qualidade dos serviços públicos de saúde em Salvador e sobre a necessidade de ampliar o atendimento básico para uma população cada vez maior.







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