É na área externa do Espaço Camaçari que o São João ganha novas cores, sons e significados. Entre bandeirolas que dançam ao sabor do vento, cenários que exaltam a identidade nordestina e manifestações culturais que atravessam gerações, a Vila Maria Bonita e o Caramanchão se transformam em um grande ponto de encontro para famílias, visitantes, artistas e amantes das tradições juninas.
Integrados pela primeira vez, os dois espaços ampliam a experiência do público e fortalecem o caráter cultural do Camaforró, reunindo apresentações de quadrilhas, grupos tradicionais, intervenções artísticas e muito forró, em um ambiente de convivência que valoriza a memória, o pertencimento e a riqueza da cultura popular nordestina.
A abertura da programação foi um verdadeiro convite para celebrar a riqueza da cultura nordestina. A noite começou com a energia contagiante da Intervenção de Dança Canjica Mole, seguida pelas apresentações das quadrilhas juninas Vem Que Tem, Junina Popular e Ancestral, que encantaram o público com coreografias, figurinos e narrativas que mantêm viva a tradição junina.
Para quem visita o espaço pela primeira vez, a experiência é marcada pela diversidade cultural e pela atmosfera acolhedora que caracteriza o Camaforró. “Eu amo a cultura do meu estado, mesmo morando há 20 anos em São Paulo, o que mais sinto saudades da Bahia é das festas e da animação, principalmente do São João. Essa é minha primeira vez prestigiando a Vila e está tudo muito lindo trazendo essa atmosfera nordestina”, ressalta a camaçariense Alessandra Santos.
Já para quem acompanha os festejos há anos, a novidade representa uma experiência ainda mais completa, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorizando os elementos que fazem do São João uma das mais importantes manifestações da identidade nordestina. “Estou aqui mais uma vez, prestigiando as quadrilhas que, pra mim, são a alma do São João. Acho muito lindo as apresentações que acontecem nesse espaço e hoje trouxe o meu namorado para assistir e conferir toda essa beleza da cultura nordestina”, destaca a moradora do bairro Nova Vitória, Kelly Santos Leite.
A programação seguiu reunindo diferentes expressões artísticas e musicais, com apresentações de Priscilla Miller, a intervenção artística de Ângela Cheirosa e muito arrasta-pé ao som de Forró Passa Pé, Mega Bis, Liu Menezes, Zé da Galera e Pietro Villares, mantendo viva a tradição do autêntico forró nordestino.
Entre os destaques da noite a bailarina e especialista em danças orientais e dança do ventre, Ângela Cheirosa, levou ao público uma apresentação marcada pela sensibilidade, técnica e conexão entre diferentes manifestações culturais, enriquecendo ainda mais a programação. “Essa forma de misturar a dança do ventre com o forró já é muito comum nos grandes festivais e trazer isso para a maior festividade do nordeste é ainda mais gratificante. Apesar de não parecer, a dança árabe e a nordestina têm muita coisa em comum, desde as palavras, os ritmos e os instrumentos musicais, e trazer isso para o Camaforró tem sido sensacional. É uma honra e um prazer.”
No palco, a música seguiu conduzindo a festa e embalando o público. O artista Zé da Galera, levou animação e muito forró ao espaço, reafirmando a força da música popular como elemento de integração e celebração. “O forró tem o poder de unir gerações e aproximar as pessoas. Estar no Camaforró, cantando para um público que valoriza e preserva nossas tradições, é uma alegria muito grande”, destacou.
Para a secretária da Cultura, Elci Freitas, a integração dos espaços fortalece o caráter democrático e cultural da festa. “A proposta de unir a Vila Maria Bonita e o Caramanchão amplia as possibilidades de vivência do público e fortalece ainda mais a presença das manifestações culturais dentro do Camaforró. Nosso objetivo é valorizar os artistas, preservar as tradições e oferecer à população um espaço de convivência onde a cultura popular seja protagonista”, afirmou.
A programação continua neste domingo (21), a partir das 17h, com uma agenda diversificada que reúne quadrilhas juninas, apresentações musicais e importantes manifestações da cultura popular, como o Samba Caboclo de Parafuso e a Burrinha Preciosa.
Integrados pela primeira vez, os dois espaços ampliam a experiência do público e fortalecem o caráter cultural do Camaforró, reunindo apresentações de quadrilhas, grupos tradicionais, intervenções artísticas e muito forró, em um ambiente de convivência que valoriza a memória, o pertencimento e a riqueza da cultura popular nordestina.
A abertura da programação foi um verdadeiro convite para celebrar a riqueza da cultura nordestina. A noite começou com a energia contagiante da Intervenção de Dança Canjica Mole, seguida pelas apresentações das quadrilhas juninas Vem Que Tem, Junina Popular e Ancestral, que encantaram o público com coreografias, figurinos e narrativas que mantêm viva a tradição junina.
Para quem visita o espaço pela primeira vez, a experiência é marcada pela diversidade cultural e pela atmosfera acolhedora que caracteriza o Camaforró. “Eu amo a cultura do meu estado, mesmo morando há 20 anos em São Paulo, o que mais sinto saudades da Bahia é das festas e da animação, principalmente do São João. Essa é minha primeira vez prestigiando a Vila e está tudo muito lindo trazendo essa atmosfera nordestina”, ressalta a camaçariense Alessandra Santos.
Já para quem acompanha os festejos há anos, a novidade representa uma experiência ainda mais completa, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorizando os elementos que fazem do São João uma das mais importantes manifestações da identidade nordestina. “Estou aqui mais uma vez, prestigiando as quadrilhas que, pra mim, são a alma do São João. Acho muito lindo as apresentações que acontecem nesse espaço e hoje trouxe o meu namorado para assistir e conferir toda essa beleza da cultura nordestina”, destaca a moradora do bairro Nova Vitória, Kelly Santos Leite.
A programação seguiu reunindo diferentes expressões artísticas e musicais, com apresentações de Priscilla Miller, a intervenção artística de Ângela Cheirosa e muito arrasta-pé ao som de Forró Passa Pé, Mega Bis, Liu Menezes, Zé da Galera e Pietro Villares, mantendo viva a tradição do autêntico forró nordestino.
Entre os destaques da noite a bailarina e especialista em danças orientais e dança do ventre, Ângela Cheirosa, levou ao público uma apresentação marcada pela sensibilidade, técnica e conexão entre diferentes manifestações culturais, enriquecendo ainda mais a programação. “Essa forma de misturar a dança do ventre com o forró já é muito comum nos grandes festivais e trazer isso para a maior festividade do nordeste é ainda mais gratificante. Apesar de não parecer, a dança árabe e a nordestina têm muita coisa em comum, desde as palavras, os ritmos e os instrumentos musicais, e trazer isso para o Camaforró tem sido sensacional. É uma honra e um prazer.”
No palco, a música seguiu conduzindo a festa e embalando o público. O artista Zé da Galera, levou animação e muito forró ao espaço, reafirmando a força da música popular como elemento de integração e celebração. “O forró tem o poder de unir gerações e aproximar as pessoas. Estar no Camaforró, cantando para um público que valoriza e preserva nossas tradições, é uma alegria muito grande”, destacou.
Para a secretária da Cultura, Elci Freitas, a integração dos espaços fortalece o caráter democrático e cultural da festa. “A proposta de unir a Vila Maria Bonita e o Caramanchão amplia as possibilidades de vivência do público e fortalece ainda mais a presença das manifestações culturais dentro do Camaforró. Nosso objetivo é valorizar os artistas, preservar as tradições e oferecer à população um espaço de convivência onde a cultura popular seja protagonista”, afirmou.
A programação continua neste domingo (21), a partir das 17h, com uma agenda diversificada que reúne quadrilhas juninas, apresentações musicais e importantes manifestações da cultura popular, como o Samba Caboclo de Parafuso e a Burrinha Preciosa.
Foto: Juliano Sarraf
Voz do Povo Bahia, Editora-chefe : Silvania Nascimento













.jpeg)





0 comments:
Postar um comentário