Operação Ressaca cumpre mandados contra monitorados que descumpriram medidas judiciais no Carnaval

Divulgação/ Ascom PC

A Polícia Civil da Bahia em operação integrada com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) deflagrou nesta sexta-feira (27), a Operação Ressaca, com o cumprimento de mandados de prisão na capital, na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e em municípios do interior do estado.

A ação, voltada à captura de monitorados que descumpriram determinações judiciais e são investigados por crimes contra a vida, contra o patrimônio e contra a dignidade sexual, resultou na prisão de sete pessoas — cinco em Salvador e RMS e duas no interior do estado.

A Operação Ressaca representa a segunda fase de um trabalho que começou no Carnaval, a partir da atuação da Central de Monitoração Eletrônica de Pessoas (CMEP), da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e do Ministério Público da Bahia (MPBA).    

Durante a folia, a CMEP intensificou o acompanhamento remoto dos monitorados eletronicamente e identificou casos de descumprimento de determinações judiciais, com circulação em áreas não autorizadas. O sistema registrou as irregularidades em tempo real, possibilitando a elaboração de relatórios técnicos que subsidiaram as medidas judiciais adotadas posteriormente.

Com base nas informações produzidas pela monitoração eletrônica, a Polícia Civil, por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), passou a atuar no cumprimento das ordens judiciais, em ação conjunta  com a Seap. A operação mobiliza cerca de 100 policiais civis, com apoio do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core) e da 24ª Coorpin/Bom Jesus da Lapa, além dos policiais penais que trabalharam remotamente na CMEP, para informar a localização dos alvos.

A Operação Ressaca evidencia a continuidade das ações iniciadas no Carnaval, agora, em sua segunda fase, com a atuação da Polícia Civil no cumprimento das decisões judiciais e o avanço das investigações.

Fonte: Ascom PC

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