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Um motorista da TV Bahia, emissora filiada à TV Globo, passou por momentos de pânico na madrugada desta sexta-feira (25).
De acordo com informações preliminares, ele foi alvo de um assalto na Avenida 29 de Março, em Salvador, e teve o carro da emissora levado pelos suspeitos.
Segundo informações, o motorista foi amarrado e abandonado em uma área de mata pelos assaltantes. O caso foi confirmado durante o Jornal da Manhã, da emissora, que forneceu detalhes do veículo, um Nissar Versa, da cor branca, placa QKQ9F78.
A polícia foi acionada e teriam iniciado buscas através do batalhão Apolo. A reportagem buscou a Polícia Militar para mais informações sobre o caso e aguarda um posicionamento.
O vice-presidente do União Brasil e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), criticou a postura do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), que anunciou que iria processar Neto por causa das críticas direcionadas ao governo estadual. Em comício realizado na noite de quinta-feira (24) em Camaçari, o cacique do União Brasil também pediu apoio ao candidato a prefeitura do município, Flávio Matos (União Brasil).
“Ora, cara pálida, você vai me processar pelo quê? Porque estou falando a verdade. Tem problema não. Vou lhe enfrentar na Justiça para provar o desmando da segurança pública do estado da Bahia”, afirmou o ex-prefeito de Salvador.
Em seu discurso, ACM Neto também relembrou que o adversário de Flávio Matos no pleito eleitoral, Luiz Caetano (PT), fazia parte do secretariado do governo estadual até abril deste ano e mais uma vez voltou a criticar as falas do governador, comparando a crise na segurança pública com uma “gripezinha”.
“O governo que tem alguém à frente que não se comporta como um verdadeiro líder, alguém que vai para a rádio dizer que o problema da segurança pública na Bahia é igual a uma gripezinha. Meu Deus do céu, o nome disso é negacionismo”, declarou.
Para reforçar sua crítica, Neto comparou a situação com a pandemia de Covid-19 e citou que a postura de Jerônimo é de desrespeito com as famílias que perderam entes queridos para o crime organizado. “Na pandemia, muita gente dizia: ‘não, a Covid não vai matar, a Covid não vai tirar a vida de ninguém’. Essas pessoas eram chamadas de negacionistas. Vale a mesma coisa para o governador do Estado da Bahia, que teve a coragem de ir para uma rádio e dizer que o problema da segurança pública é uma gripezinha”.
“O castigo do político a gente dá nas urnas. É só assim, só tem esse caminho”, afirmou o cacique do União Brasil ao pedir apoio a Flávio no segundo turno de Camaçari.
O aplicativo Preço da Hora Bahia, desenvolvido para auxiliar os consumidores na comparação de preços de produtos em diversos estabelecimentos comerciais, tem se mostrado um verdadeiro aliado dos baianos. Mantido pela Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), o app tem Feira de Santana como a segunda cidade com maior número de usuários, totalizando 15.130 downloads no mês de setembro e ficando atrás apenas de Salvador, com 37.649.
Segundo maior município do estado, a cidade se destaca no uso do aplicativo devido a seu variado centro comercial, onde a população se beneficia ao procurar os melhores preços e ofertas no momento da compra. Ocupando a terceira posição do ranking está Vitória da Conquista, localizada no sudoeste da Bahia, com 10.282 usuários em setembro.
Ao permitir a consulta de mais de 500 mil itens comercializados em todo estado, o Preço da Hora Bahia tem ajudado a tornar mais inteligente e econômico o ato de consumir. Além de beneficiar os cidadãos, a plataforma também incentiva a concorrência saudável entre os estabelecimentos, o que resulta em uma maior oferta de preços competitivos para os consumidores. O aplicativo Preço da Hora Bahia está disponível gratuitamente na loja digital de qualquer smartphone e no site www.precodahora.ba.gov.br. O aplicativo acaba de lançar uma nova versão disponível para Android e iOS.
Seguindo os passos do vereador Dilson Magalhães Jr., Selma Vieira também decidiu abraçar o projeto do petista._
Conforme áudios e vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira (24), uma apoiadora do vereador reeleito Dilson Magalhães Jr. (PP) acusa Elinaldo e Flávio Matos de ameaça e opressão. De acordo com Selma Vieira, de 57 anos, ela foi levada a uma sala, até então desconhecida, e forçada a gravar um vídeo em apoio a Flávio (União).
No início do mês, o vereador Dilson, que até então apoiava a chapa da base governista, decidiu abraçar o projeto do candidato do PT, Luiz Caetano. Nesse contexto, Selma também tinha manifestado apoio ao postulante petista, seguindo os passos do vereador com o qual mantém relação política.
No relato feito em áudios via WhatsApp, a mulher garante que foi obrigada a vestir uma camisa azul. E, ainda, que estavam presentes no ambiente Elinaldo, o ex-vereador José Matos, pai de Flávio, bem como a esposa e a mãe do candidato. Já no vídeo, gravado sob coação, conforme Boletim de Ocorrência registrado na 18ª Delegacia Territorial, Selma aparece ao lado de um homem identificado como Coronel Arcanjo e do primo de Flávio, Márcio Matos. No vídeo, relatou, debaixo de ameaças, que se arrependeu de ter declado apoio à Caetano.
A ação, configurada como ameaça, conforme o ART. 147 do CPB, é direcionada a Arcanjo, que aparece como o suposto autor e contra Márcio Matos, citado no B.O como 'envolvido'.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), comentou sobre o
atual cenário da segurança pública no estado, nesta quinta-feira (24).
Ele reconheceu que o Estado precisa ter “braço forte” para combater ao
crime organizado e prometeu estabelecer diálogo com os prefeitos da base
e da oposição em busca de soluções. Em entrevista ao programa Balanço
Geral, da Record TV, Rodrigues garantiu que o estado não vai “abrir
mão” de adotar um papel de firmeza na linha de frente do combate a
criminalidade.
Ao falar sobre a aliança com prefeitos, Jerônimo citou como exemplo a
conversa recente com o prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins
(MDB), de quem é adversário. “Eu saí de uma eleição em Feira de Santana,
cujo prefeito atual tinha um outro candidato. Eu tinha um outro
candidato em Feira de Santana, mas acabou a eleição, meu candidato
perdeu, mas na semana seguinte o prefeito de Feira me ligou dizendo
“governador, preciso apresentar ao senhor uma demanda, uma proposta para
a gente cuidar da segurança pública”. Eu não me hesitei, sentei com
ele, ouvi as demandas, respondi. Vou fazer aquilo que a gente está
planejando, que é um Plano Municipal de Segurança Pública em Feira de
Santana. Quero fazer isso em toda a Bahia, ajudando nossos prefeitos”,
afirmou Jerônimo.
O governador afirmou que pretende se alinhar com os demais gestores
para traçar estratégias para cada cidade. “Eu já desci do palanque. Eu
não estou mais no palanque, as eleições passaram. Por isso eu gostaria
que isso acontecesse em Salvador, Conquista, para a gente poder fazer
uma articulação, uma integração”, disse o governador ao Balanço Geral.
Questionado sobre as ações de segurança que estão sendo executadas,
Jerônimo citou as recentes operações, como a Hórus, e a recente ação
dentro do Presídio de Feira de Santana. “O estado não vai abrir mão no
seu lugar da firmeza e da necessidade. Eu confio muito na nossa Polícia
Militar e Polícia Civil, nos Bombeiros, no Policial Penal. Nós estamos
agora com essa operação aqui, a Horos, na capital, mas também nós
estamos, desde segunda-feira, numa operação lá do Presídio de Frente de
Santana. E para acontecer aquela operação dentro do presídio, nós também
nos preparamos para fazer”, pontuou o governador.
Sobre o posicionamento incisivo do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto,
com relação a segurança pública, o governador ainda rebateu as
críticas. “Eu não fico relutante quando eu falo de compras de armas. Eu
preferia esse dinheiro de arma para comprar violão para as escolas,
construir mais escolas, mais hospitais, mas eu preciso me adiantar e
garantir que a polícia também esteja preparada para se antecipar ao
crime organizado. Só que tem gente que parece que é porta-voz desse
crime. Fica todo o tempo animando, alimentando com as informações. Eu
sei da realidade. Eu sei que o Estado precisa ter braço forte”,
reforçou.
Contrariando falas do seu antigo grupo político, de que estaria politicamente sozinho, o vereador Júnior Borges (UNIÃO) reuniu na noite desta quarta-feira (23/10), centenas de lideranças na Gleba C, realizando uma grande festa no espaço. O “Encontro da Mudança” teve o objetivo de apoiar a candidatura de Luiz Caetano (PT) a prefeito de Camaçari.
O encontro teve a presença de lideranças do edil, além de vereadores, deputados e do candidato a prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, que comentou sobre a relação de respeito com Júnior Borges. “Você nunca faltou o respeito comigo e eu sempre lhe respeitei. É um cara jovem, inteligente, competente. E eles têm medo de quem cresce politicamente”.
Júnior Borges se emocionou ao relatar sobre as perseguições sofridas por ele e por suas lideranças. “É triste ver o que tentaram fazer com nossa equipe. Tentaram comprar pessoas, oferecendo 20 mil para poderem subir em palanque e falar mal de mim e de Caetano. Mas nosso grupo não se vende. Nosso grupo tem valor”, disse.
Estavam presentes ainda no evento, os deputados estaduais júnior Muniz e Roberto Carlos, o vereador Tagner Cerqueira, além do prefeito de Filadélfia (BA), Barbosinha. [24/10 14:53] Camaçari Elielson Pita Caetano Jornal: *Camaçari: Elinaldo bloqueou salário de servidora para beneficiar agiota, denuncia ex-ouvidor da Prefeitura
Uma denúncia grave envolvendo a gestão da Prefeitura de Camaçari veio à tona nesta semana. O ex-ouvidor geral de Camaçari, Oswaldo Marcolino, conhecido como Oswaldinho, acusou diretamente o prefeito Elinaldo Araújo, que é padrinho político de Flávio Matos (União Brasil), de estar envolvido em um esquema de extorsão de servidores para o pagamento de dívidas com agiotas.
Segundo Oswaldinho, enquanto ainda atuava como ouvidor do município, ele testemunhou uma situação em que uma servidora teve seu salário bloqueado. Ao buscar esclarecimentos junto ao departamento de Recursos Humanos, foi informada de que seu salário havia sido retido por ordem superior, pois ela não havia quitado uma dívida com um agiota ligado ao prefeito.
"O que me traz aqui hoje é uma denúncia da maior gravidade. Testemunhei uma colega servidora ter o seu salário bloqueado. Quando ela foi se informar sobre o motivo, a chefe do RH disse que ela teria que procurar o prefeito Elinaldo e que o bloqueio foi porque ela não pagou a dívida com o agiota amigo do prefeito", relatou o ex-ouvidor.
Oswaldinho ainda detalhou que uma reunião foi agendada com a presença do prefeito, da chefe do RH e do agiota, na qual foi acordado o desbloqueio do salário da servidora em troca de uma gratificação de pouco mais de R$2.000. Esse valor seria usado mensalmente para quitar a dívida com o agiota. "Estou trazendo esse assunto aqui agora porque posso provar e desafio o prefeito Elinaldo e o seu candidato, cúmplice de tudo isso, a dizer que estou mentindo ou provar o contrário", desafiou Oswaldinho.
A denúncia de Oswaldinho coloca em evidência um esquema de abuso de poder e uso ilegal de recursos públicos na administração de Camaçari, envolvendo diretamente o prefeito e sua equipe.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski,
assinou, em Brasília, portarias declaratórias que reconhecem sete
territórios indígenas do povo guarani do estado de São Paulo. Os
territórios são Jaraguá, Pindoty/Araça-Mirim, Guaviraty, Tapy’i/Rio
Branquinho, Amba Porã, Djaiko-aty e Peguaoty. A oficialização ocorreu
quarta-feira (23), com a presença daa ministra dos Povos Indígenas,
Sonia Guajajara, e quebrou um hiato de oito anos sem demarcações na
unidade federativa.
Para encerrar o processo de demarcação, é necessário cumprir uma
última etapa, que é a de publicação de decreto assinado pelo presidente
da República. Juntas, as terras, localizadas na capital e em Osasco,
totalizam mais de 18 mil hectares. Nelas vivem 982 indígenas,
atualmente.Os territórios reconhecidos estão localizados em Osasco e na
capital São Paulo. Os documentos também reconhecem terras indígenas em
municípios do Vale do Ribeira: Cananéia, Iguape, Miracatu e Sete Barras.
Conforme o Conselho Missionário Indigenista (Cimi), o ato é um modo
de tentar assegurar aos guarani mbya e aos tupi guarani a posse
permanente de seus territórios. A entidade destaca também que os guarani
ainda aguardam a declaração de três terras indígenas: a TIs Ka´aguy
Mirim e a Boa Vista Sertão do Promirim, em São Paulo, e a Sambaqui, no
Paraná.
Uma denúncia grave envolvendo a gestão da Prefeitura de Camaçari veio à tona nesta semana. O ex-ouvidor geral de Camaçari, Oswaldo Marcolino, conhecido como Oswaldinho, acusou diretamente o prefeito Elinaldo Araújo, que é padrinho político de Flávio Matos (União Brasil), de estar envolvido em um esquema de extorsão de servidores para o pagamento de dívidas com agiotas.
Segundo Oswaldinho, enquanto ainda atuava como ouvidor do município, ele testemunhou uma situação em que uma servidora teve seu salário bloqueado. Ao buscar esclarecimentos junto ao departamento de Recursos Humanos, foi informada de que seu salário havia sido retido por ordem superior, pois ela não havia quitado uma dívida com um agiota ligado ao prefeito.
"O que me traz aqui hoje é uma denúncia da maior gravidade. Testemunhei uma colega servidora ter o seu salário bloqueado. Quando ela foi se informar sobre o motivo, a chefe do RH disse que ela teria que procurar o prefeito Elinaldo e que o bloqueio foi porque ela não pagou a dívida com o agiota amigo do prefeito", relatou o ex-ouvidor.
Oswaldinho ainda detalhou que uma reunião foi agendada com a presença do prefeito, da chefe do RH e do agiota, na qual foi acordado o desbloqueio do salário da servidora em troca de uma gratificação de pouco mais de R$2.000. Esse valor seria usado mensalmente para quitar a dívida com o agiota. "Estou trazendo esse assunto aqui agora porque posso provar e desafio o prefeito Elinaldo e o seu candidato, cúmplice de tudo isso, a dizer que estou mentindo ou provar o contrário", desafiou Oswaldinho.
A denúncia de Oswaldinho coloca em evidência um esquema de abuso de poder e uso ilegal de recursos públicos na administração de Camaçari, envolvendo diretamente o prefeito e sua equipe.
Um piloto de Guanambi, no Sudoeste baiano, está entre as cinco vítimas de um avião de pequeno porte da empresa baiana Abaeté, que caiu no final da tarde desta quarta-feira (23) em uma área de mata no município de Serra Branca, no interior de São Paulo.
Segundo o Achei Sudoeste, o avião foi localizado pelas equipes de resgate já durante a noite. Conforme a Força Aérea Brasileira (FAB), o avião sumiu dos radares de monitoramento às 18h39 após sair de Florianópolis (SC) com destino a Belo Horizonte (MG). O piloto do avião, identificado pelo prenome de Jeferson, é natural de Guanambi.
Conforme o G1, moradores da região relataram um ruído seguido de um estrondo de explosão. A Defesa Civil de São Paulo informou que durante a tarde choveu pelo menos 40 milímetros em 6 horas na cidade. A aeronave caiu em uma área de mata em uma região de difícil acesso. As causas do acidente e a identidade dos ocupantes ainda serão apuradas.
Um furto foi capturado pelas câmeras de segurança nesta quarta-feira (23) em dois estabelecimentos no Posto São Marcos, em Vitória da Conquista, nosudoeste daBahia.Deacordo com Sérgio Murilo, proprietário dos locais, os ladrões levaram R$ 26.500 em dinheiro, uma arma registrada, um notebook e documentos pessoais de um funcionário.
Os estabelecimentos, que operam como lojas de peças para caminhões na BR-116, pertencemao mesmo dono. Além dos itens roubados, osinvasores também causaram danos materiais.
As imagens de segurança mostram um suspeitochegando a pée usandoferramentasparaarrombar a porta. Em alguns momentos, ele tenta ocultar o rosto abaixando uma das câmeras, mas éregistrado antes disso.
Um boletim de ocorrência foi feito, e a Polícia Civil está conduzindo investigações para identificar e capturar os responsáveis pelo crime.
Nos últimos dias, uma operação de fiscalização atingiu cinquenta estabelecimentos comerciais em sete cidades da região sudoeste da Bahia. A ação resultou na apreensão de cerca de 10 toneladas de carne, que estavam em processo de decomposição e armazenadas para comercialização.
De acordo com informações da TV Bahia, dos estabelecimentos fiscalizados, 45 foram notificados por irregularidades. Três deles enfrentaram multas e tiveram parte da mercadoria apreendida devido ao armazenamento inadequado de alimentos.
A operação foi coordenada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e pelo Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA), em colaboração com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) e com o apoio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.
A Coligação da Mudança, liderada por Luiz Caetano (PT), entrou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) na 171ª Zona Eleitoral de Camaçari, acusando o prefeito Elinaldo Araújo e membros de sua administração de abusarem da máquina pública para favorecer a candidatura de Flávio Matos (União Brasil) e Angélica Teixeira. A ação denuncia o uso indevido do programa federal "Minha Casa, Minha Vida" e o pagamento de gratificações irregulares a servidores públicos com o objetivo de garantir apoio político.
Segundo a denúncia, a prefeitura de Camaçari manipulou o programa habitacional durante o período eleitoral, vinculando a concessão de moradias ao sucesso eleitoral de Flávio Matos. Vídeos divulgados nas redes sociais, posteriormente apagados, mostram a secretária de Habitação, Vivian Angelim, e o próprio Matos utilizando o programa para promover sua candidatura. O material circulou amplamente em aplicativos de mensagens, sugerindo que a obtenção de moradia dependia do voto no candidato apoiado por Elinaldo.
Além disso, a coligação acusa a gestão de ter substituído gestores concursados por aliados políticos para coordenar o processo de inscrição no programa. Servidores da Câmara de Vereadores, sem atribuição legal sobre o "Minha Casa, Minha Vida", também teriam sido envolvidos, ampliando o uso da máquina pública em favor da campanha de Matos. A ação destaca que essa prática criou um desequilíbrio eleitoral, configurando abuso de poder econômico e político.
A Coligação da Mudança pediu a cassação das candidaturas de Flávio Matos e Angélica Teixeira, além da inelegibilidade dos envolvidos por oito anos.