
Já se perguntou como o WhatsApp gera recursos para seus administradores? Já que o aplicativo não cobra por assinatura, download e também não exibe anúncios. Além disso, o portal buscou entender o que motivou o Facebook a adquirir a plataforma em 2014 por R$ 19 bilhões.
De acordo com a reportagem do Tilt, do Uol, quando foi fundado em 2009, o app cobrava US$ 1 por instalação em alguns países ou uma assinatura anual de US$ 1. No entanto, havia países onde o uso era gratuito, como no Brasil. Na época da compra pelo Facebook, cerca de 600 milhões de pessoas utilizavam o WhatsApp, e o faturamento da empresa não chegava a US$ 1,3 milhão.
Anos depois, o aplicativo passou a compartilhar dados com o Facebook e a se integrar mais com o Instagram, sugerindo recomendações de publicidade, que é atualmente a maior fonte de faturamento do Facebook.
Em 2018, surgiu o WhatsApp Business, uma versão voltada para o setor de negócios. Ele oferece recursos como respostas automáticas para perguntas frequentes, marcadores para organizar contatos e conversas, filtros de bate-papos, mensagens de apresentação da empresa para os clientes, informações sobre horários de atendimento e estatísticas de interações, como o número de mensagens enviadas, recebidas e lidas.
Apesar de o WhatsApp Business ser gratuito para download e uso, ele passou a incluir serviços pagos, como geração de receita para empresas. Países como Brasil, Alemanha, Indonésia, Índia, México, Reino Unido e Estados Unidos adotaram essa modalidade. A API do WhatsApp Business cobra por mensagens entregues, gerando receita para a plataforma.
O aplicativo tem avançado como intermediador em negociações. Por exemplo, na Índia, já é possível comprar passagens de ônibus pelo WhatsApp. Além disso, as empresas podem optar por pagar para iniciar uma conversa no WhatsApp através de mensagens vindas do Instagram ou Facebook.